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Homem teria sido morto em comunidade do Rio em caso atribuído ao CV

Caso de extrema violência no Rio ainda depende de confirmação oficial Um homem teria sido morto em uma comunidade do Rio de Janeiro em um caso de extrema violência que passou a circular nas redes sociais e ainda depende de confirmação oficial. Segundo informações preliminares compartilhadas por internautas e repercutidas por veículos como Bacci Notícias e Folha do Estado, o episódio estaria relacionado a criminosos ligados ao Comando Vermelho. As autoridades, porém, ainda não confirmaram publicamente a autenticidade do material, o local exato, a identidade da vítima ou eventuais prisões. Homem morto em comunidade do Rio ainda depende de apuração As primeiras versões indicam que o homem teria sido executado de forma cruel, em circunstâncias usadas para intimidar moradores e reforçar o controle de criminosos sobre determinada área. Por se tratar de uma acusação grave, a informação precisa ser tratada com cautela até que haja manifestação formal da Polícia Civil, da Polícia Militar ou da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro. O caso ganhou repercussão após imagens sensíveis começarem a circular em plataformas digitais. O Bacci Notícias informou que ainda não havia confirmação oficial sobre a autenticidade do conteúdo, o local do crime e a identidade da vítima. A Folha do Estado também destacou que poucas informações haviam sido confirmadas pelas autoridades e que o caso seguia sob apuração. Crime organizado e intimidação de moradores De acordo com os relatos divulgados nas redes, a ação teria como objetivo espalhar medo entre moradores e desestimular denúncias contra integrantes do crime organizado. Esse tipo de prática, quando confirmada, representa uma afronta direta à ordem pública e à presença do Estado em áreas vulneráveis. Em comunidades sob influência de facções, moradores podem enfrentar dificuldades para denunciar crimes por medo de represálias. Por isso, casos como esse reforçam a necessidade de investigação rigorosa, proteção a testemunhas e atuação integrada das forças de segurança. A apuração oficial é essencial para separar fatos confirmados de versões espalhadas nas redes sociais. Em episódios de grande repercussão, vídeos e imagens podem circular fora de contexto, com data, local ou autoria ainda incertos. A checagem técnica do material é uma etapa indispensável para evitar desinformação e garantir responsabilização adequada. Caso atribuído ao Comando Vermelho exige cautela As publicações que repercutiram o caso atribuem a ação a integrantes do Comando Vermelho, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente. A citação a uma facção criminosa exige cuidado jornalístico, já que envolve investigação criminal, possível autoria e responsabilidade penal. Até o momento, não há informação pública confirmada sobre quem era a vítima, qual teria sido a motivação do crime, se houve registro formal da ocorrência ou se investigadores já identificaram suspeitos. Também não há confirmação oficial sobre prisões relacionadas ao caso. A falta de dados oficiais não diminui a gravidade da denúncia, mas impede que versões preliminares sejam apresentadas como fato consumado. O papel do jornalismo, nesse tipo de situação, é informar com responsabilidade, acompanhar a apuração e cobrar respostas das autoridades competentes. Segurança pública no Rio volta ao centro do debate A repercussão do caso recoloca a segurança pública no centro do debate no Rio de Janeiro. A presença de facções em comunidades, o domínio territorial e a intimidação de moradores são desafios antigos que exigem políticas consistentes, inteligência policial, investigação qualificada e ações permanentes do poder público. A resposta do Estado precisa combinar repressão ao crime organizado com proteção à população local. Operações isoladas, sem continuidade, tendem a produzir resultados limitados. Já investigações estruturadas, cooperação entre órgãos e fortalecimento da presença institucional podem reduzir a capacidade de facções imporem regras paralelas. Também é fundamental que denúncias sejam tratadas com segurança e sigilo. Moradores de áreas dominadas pelo crime organizado muitas vezes ficam entre o medo da violência e a desconfiança sobre a capacidade do Estado de protegê-los. Sem canais eficazes e resposta rápida, o silêncio acaba favorecendo criminosos. Próximos passos da investigação Os próximos desdobramentos devem depender da confirmação oficial do caso, da análise das imagens que circulam nas redes e da identificação da vítima. Caso a ocorrência seja validada pelas autoridades, a investigação deverá apurar autoria, motivação, local exato e eventual ligação com grupos criminosos. Até lá, o conteúdo deve ser tratado como informação preliminar. A orientação jornalística é evitar a divulgação de imagens sensíveis, preservar a dignidade da vítima e não compartilhar material que possa ampliar o efeito de intimidação pretendido por criminosos. O episódio, se confirmado, reforça a urgência de ações firmes contra o crime organizado e de uma política de segurança que proteja moradores, valorize a investigação e reafirme a autoridade do Estado nas comunidades. Gostou ? Compartilhe

“Noiva mais protegida do Brasil” viraliza ao apresentar família de policiais em casamento

Família de noiva formada por agentes de segurança chama atenção em vídeo de casamento Um vídeo gravado durante um casamento em Goiânia viralizou nas redes sociais ao mostrar a apresentação de uma família formada por agentes das forças de segurança. A brincadeira, publicada no Instagram e repercutida nesta semana, mostra familiares e os noivos revelando suas profissões, todas ligadas à segurança pública ou às Forças Armadas. Nos comentários, internautas passaram a chamar a noiva de “a mais protegida do Brasil”. A gravação ganhou destaque pelo tom bem-humorado e pela coincidência familiar. Segundo a repercussão feita pela Super Rádio Tupi, pai, irmão, tio, noivo e a própria noiva atuam em diferentes corporações, o que transformou a apresentação em um dos momentos mais comentados da cerimônia. Noiva mais protegida do Brasil viraliza nas redes No vídeo, os participantes aparecem se apresentando um a um, informando o nome, a profissão e o vínculo com a noiva. A sequência começa com Robson, pai da noiva, que se identifica como policial militar. Em seguida, aparecem outros familiares ligados à área da segurança, reforçando o clima de brincadeira durante a festa. A repercussão aumentou quando o noivo, Ezequiel, também entrou na apresentação e informou ser capitão do Exército. A noiva, Katielle, encerrou o vídeo dizendo ser policial civil. A soma das funções fez com que o público nas redes sociais associasse o casamento a uma verdadeira “operação de segurança” familiar, em tom de humor e admiração. Família ligada à segurança pública chamou atenção A situação chamou atenção não apenas pela brincadeira, mas também pela presença de diferentes carreiras ligadas à ordem pública em uma mesma família. Além da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Exército, a publicação repercutida cita ainda a presença de familiar ligado à Polícia Penal. O caso viralizou em um ambiente de forte interesse do público por histórias familiares curiosas e registros espontâneos de cerimônias. Casamentos costumam gerar momentos de emoção, humor e surpresa, mas o vídeo se destacou por unir celebração familiar, profissão e uma leitura bem-humorada sobre proteção. Nas redes sociais, internautas reagiram com comentários descontraídos. Alguns brincaram que a noiva não precisaria se preocupar com segurança no casamento. Outros destacaram o orgulho da família pelas carreiras escolhidas e a presença de profissionais que atuam em áreas de responsabilidade pública. Segurança pública e reconhecimento social A repercussão também toca em um aspecto mais amplo: a visibilidade das carreiras de segurança pública no cotidiano das famílias brasileiras. Policiais militares, policiais civis, policiais penais e militares das Forças Armadas exercem funções distintas, mas todas associadas à proteção, à disciplina e à manutenção da ordem. Em um país onde o tema segurança pública ocupa espaço constante no debate social, registros como esse costumam gerar identificação entre profissionais da área e seus familiares. Ainda que o vídeo tenha tom leve, ele evidencia o orgulho de pessoas que convivem diretamente com rotinas marcadas por responsabilidade, risco e compromisso institucional. Ao mesmo tempo, a viralização mostra como conteúdos simples, quando envolvem família, humor e identificação popular, ganham força rapidamente nas plataformas digitais. A frase “noiva mais protegida do Brasil” funcionou como um resumo fácil de entender e compartilhar, fator essencial para o alcance do vídeo. Vídeo reforça papel da família na cerimônia Além do lado curioso, o registro também mostra a força da presença familiar em uma cerimônia de casamento. A apresentação dos parentes, feita de forma leve, colocou a trajetória profissional de cada um dentro da celebração do casal. Esse tipo de conteúdo costuma repercutir porque aproxima o público de histórias reais. Não se trata de uma grande produção, mas de um momento espontâneo, com linguagem de rede social e forte apelo emocional. A identificação vem justamente da simplicidade: uma família reunida, celebrando um casamento e transformando as próprias profissões em motivo de brincadeira. Até o momento, não há informação sobre posicionamento oficial das corporações citadas nem indicação de que a gravação tenha qualquer finalidade institucional. O conteúdo circula como registro pessoal e foi tratado nas redes como uma brincadeira familiar. A noiva também compartilhou outros registros da cerimônia, incluindo momentos dos votos do casamento, segundo a repercussão do caso. A tendência é que o vídeo continue circulando entre perfis de entretenimento, páginas de notícias leves e comunidades ligadas à segurança pública. Gostou ? Compartilhe

Prefeitura de Rio Verde reforça respeito e incentivo positivo no esporte infantil

Rio Verde destaca papel dos pais e torcedores na formação de crianças pelo esporte A Prefeitura de Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, reforçou a importância do respeito, da empatia e do apoio familiar no esporte infantil. A mensagem destaca que a prática esportiva vai além da formação de atletas e contribui para o desenvolvimento de cidadãos. A Prefeitura de Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, reforçou a importância do respeito, da empatia e do incentivo positivo no esporte infantil. A mensagem institucional destaca que a prática esportiva, especialmente entre crianças, deve ser compreendida não apenas como caminho para formação de atletas, mas também como instrumento de educação, convivência e desenvolvimento humano. A iniciativa chama atenção para um ponto essencial nas atividades esportivas de base: o comportamento de adultos ao redor das crianças. Pais, familiares, treinadores e torcedores exercem influência direta na forma como os pequenos atletas lidam com vitórias, derrotas, cobranças, disciplina e convivência em grupo. Esporte infantil em Rio Verde deve priorizar respeito e formação Segundo a orientação divulgada pela administração municipal, o esporte infantil precisa ser tratado como uma etapa de aprendizado. Antes do resultado em quadra, no campo ou em qualquer modalidade, está a formação de valores como amizade, trabalho em equipe, responsabilidade, disciplina e respeito ao próximo. Esse posicionamento reforça uma visão cada vez mais defendida por profissionais da área esportiva e educacional: crianças não devem ser pressionadas como atletas profissionais. A competição pode fazer parte do processo, mas precisa estar acompanhada de equilíbrio, incentivo e acolhimento. No esporte de base, o excesso de cobrança pode prejudicar a autoestima e transformar uma atividade saudável em fonte de ansiedade. Por outro lado, o apoio positivo ajuda a criança a ganhar confiança, desenvolver autonomia e aprender a lidar melhor com desafios. Pais e familiares têm papel decisivo no incentivo positivo A Prefeitura de Rio Verde também destacou que pais, familiares e torcedores fazem parte do processo de formação esportiva. O comportamento de quem acompanha as partidas, treinos e competições pode fortalecer ou enfraquecer a relação da criança com o esporte. O incentivo positivo aparece em atitudes simples: respeitar treinadores, não ofender adversários, evitar cobranças exageradas, valorizar o esforço e reconhecer a evolução individual de cada criança. Esse tipo de postura contribui para um ambiente mais saudável e educativo. A presença da família é importante, mas deve ser marcada pelo apoio, não pela pressão. Quando adultos transformam jogos infantis em disputas carregadas de tensão, o esporte perde parte de sua função social. A criança passa a enxergar a prática como obrigação, e não como espaço de aprendizado, convivência e crescimento. Secretaria Municipal de Esportes reforça esporte como educação Ao afirmar que “esporte é educação, exemplo e respeito”, a Secretaria Municipal de Esportes aponta para uma política pública voltada à formação cidadã. O recado vai além das competições e alcança escolinhas, projetos sociais, eventos esportivos e atividades comunitárias. Em municípios que investem no esporte de base, a prática esportiva pode funcionar como ferramenta de inclusão, prevenção à vulnerabilidade social e fortalecimento de vínculos familiares. Além disso, o esporte estimula hábitos saudáveis e contribui para a socialização de crianças e adolescentes. A atuação do poder público nesse campo também envolve responsabilidade na organização dos espaços esportivos, na capacitação de profissionais e na promoção de ambientes seguros. Para que o esporte cumpra sua função educativa, é necessário que regras, respeito e convivência sejam valorizados dentro e fora das competições. Desenvolvimento emocional também faz parte do jogo A mensagem da Prefeitura ressalta ainda o desenvolvimento emocional das crianças. No esporte, os jovens aprendem a lidar com frustrações, reconhecer limites, respeitar colegas, seguir orientações e compreender que o desempenho melhora com dedicação. Esses aprendizados são úteis não apenas na prática esportiva, mas também na escola, na vida familiar e na convivência social. Por isso, a formação esportiva infantil precisa ser observada como parte de um processo mais amplo de educação. A valorização do respeito e da empatia também contribui para combater comportamentos inadequados em ambientes esportivos, como agressões verbais, desrespeito à arbitragem, hostilidade contra adversários e pressão excessiva sobre crianças. Possíveis desdobramentos da campanha em Rio Verde A manifestação da Prefeitura pode servir como base para novas ações educativas em projetos esportivos do município. Entre os possíveis desdobramentos estão campanhas de conscientização com famílias, orientações para treinadores, atividades em escolinhas esportivas e reforço de boas práticas em competições infantis. Até o momento, com base nas informações disponíveis, não foram detalhadas ações específicas, calendário de atividades ou eventos vinculados à mensagem. Ainda assim, o posicionamento reforça uma diretriz importante: o esporte infantil deve ser protegido como espaço de aprendizado, convivência e formação de caráter. Ao colocar o respeito no centro do debate, Rio Verde destaca que a construção de bons atletas começa pela formação de bons cidadãos. E, nesse processo, o exemplo dos adultos continua sendo uma das principais referências para as crianças.Veja o vídeo clicando aqui Gostou ? Compartilhe esse post

Batimentos cardíacos muito baixos ou altos podem elevar risco de AVC, diz estudo

Pesquisa apresentada na Conferência da Organização Europeia de AVC de 2026, em Maastricht, sugere que frequências cardíacas em repouso muito baixas ou muito altas podem estar ligadas a maior risco de acidente vascular cerebral. O estudo é observacional e ainda não comprova relação de causa e efeito. A frequência cardíaca em repouso muito baixa ou muito alta pode estar associada a um risco maior de acidente vascular cerebral, segundo estudo apresentado na quarta-feira, 6 de maio, durante a European Stroke Organisation Conference 2026, em Maastricht, na Holanda. A pesquisa analisou dados de aproximadamente 460 mil pessoas do UK Biobank acompanhadas por cerca de 14 anos e identificou um padrão em forma de “U”: o menor risco foi observado entre participantes com batimentos entre 60 e 69 por minuto. O levantamento chama atenção porque contraria uma percepção comum de que batimentos mais baixos seriam sempre sinal de melhor condicionamento cardiovascular. Embora isso possa ser verdadeiro em atletas e pessoas fisicamente ativas, os pesquisadores afirmam que frequências muito abaixo ou muito acima da faixa intermediária podem funcionar como marcador de risco em parte da população. Batimentos cardíacos e risco de AVC De acordo com os dados divulgados, o risco de AVC foi 25% maior entre pessoas com frequência cardíaca em repouso abaixo de 50 batimentos por minuto e 45% maior entre aquelas com 90 batimentos por minuto ou mais, em comparação com o grupo entre 60 e 69 bpm. A análise levou em conta fatores como idade, sexo e condições cardiovasculares, incluindo fibrilação atrial. A frequência cardíaca em repouso é o número de vezes que o coração bate por minuto quando a pessoa está em descanso. Segundo a American Heart Association, para a maioria dos adultos, valores entre 60 e 100 batimentos por minuto são considerados normais, embora fatores como atividade física, estresse, ansiedade, medicamentos e condições hormonais possam alterar esse número. Estudo analisou dados do UK Biobank A pesquisa usou informações do UK Biobank, uma grande base de dados de saúde de adultos do Reino Unido. Durante o período de acompanhamento, foram registrados 12.290 casos de AVC entre os participantes. O estudo foi apresentado como comunicação oral por pesquisadores ligados ao tema “frequência cardíaca reduzida e elevada como preditoras de risco de AVC, independentemente da fibrilação atrial”. A repercussão feita pelo site Live Science destaca que o padrão em “U” foi observado inclusive entre pessoas sem histórico de fibrilação atrial, uma arritmia conhecida por aumentar o risco de AVC. Isso sugere que a frequência cardíaca em repouso pode ser um indicador adicional a ser observado, mas não substitui avaliação médica nem exames clínicos. Resultado ainda não prova causa e efeito Apesar da relevância dos números, especialistas ressaltam que o estudo é observacional. Isso significa que ele identifica associação estatística, mas não demonstra que batimentos muito baixos ou altos causem diretamente o AVC. A própria reportagem do Live Science informa que os achados ainda não foram publicados em revista científica revisada por pares. Esse ponto é importante para evitar alarmismo. Uma frequência cardíaca baixa pode ser normal em atletas, pessoas bem condicionadas ou durante o sono. Por outro lado, alterações persistentes, especialmente quando acompanhadas de sintomas, histórico familiar ou outros fatores de risco, devem ser avaliadas por profissional de saúde. Prevenção depende de acompanhamento e controle de riscos O AVC segue entre os principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde informa que, em 2021, o AVC foi a terceira principal causa global de morte e incapacidade combinadas, com 11,9 milhões de novos casos naquele ano. Além da frequência cardíaca, fatores tradicionais continuam centrais na prevenção. O CDC aponta pressão alta, colesterol elevado, doenças cardíacas, diabetes, obesidade, sedentarismo e tabagismo como condições e comportamentos associados ao maior risco de AVC. Nesse contexto, o estudo reforça a importância de monitoramento simples, prevenção e acesso eficiente à atenção básica. Medir batimentos, pressão arterial e outros indicadores pode ajudar a identificar riscos de forma precoce, reduzindo complicações e custos para famílias e sistemas de saúde. Os pesquisadores indicam que novos estudos serão necessários para esclarecer se a frequência cardíaca extrema é apenas um marcador de risco ou se participa diretamente dos mecanismos que levam ao AVC. Até lá, a recomendação prática é não interpretar números isolados, mas considerar o conjunto da saúde cardiovascular. Gostou ? Compartilhe

Fluminense anuncia a contratação do volante Alisson

Meia é o sexto reforço contratado pelo clube. Ele chega por empréstimo até o final de 2026 O Fluminense anunciou a contratação do volante Alisson, ex-São Paulo, Grêmio e Cruzeiro. O meia chega por empréstimo até o final de 2026 com opção de compra prevista em contrato de 2,5 milhões de euros (R$ 15,1 milhões na cotação atual). Ele vestirá a camisa número 25. — Estou muito feliz de iniciar uma nova etapa na minha carreira, em mais um gigante como é o Fluminense. A camisa caiu muito bem. É um privilégio enorme defender essa camisa. Espero ser muito feliz aqui, como fui nos clubes por onde passei. Só tenho a agradecer a confiança de todos que se esforçaram para que eu estivesse aqui e espero dentro de campo ser mais um guerreiro e ajudar meus novos companheiros — disse o jogador. Alisson abriu a temporada como titular no São Paulo, mas passou a negociar com o Corinthians para voltar a ser comandado por Dorival Júnior. A negociação chegou a ser dada como certa, e o volante até foi ao CT alvinegro, mas o Corinthians recuou na última hora e saiu do negócio. — As expectativas são as melhores possíveis. Venho muito motivado, muito feliz. É um privilégio poder trabalhar novamente com um treinador que foi muito especial para mim — afirmou. Sem clima com o torcedor são-paulino após negociar com um rival, Alisson não é relacionado desde 11 de janeiro, data da estreia na temporada. Ele voltou a treinar com o grupo, mas o Tricolor estava no mercado buscando uma negociação para o jogador, pois via a permanência como inviável. Sem sucesso, o São Paulo mudou o discurso nas últimas semanas e passou a falar em manter o atleta. Hernán Crespo chegou a dizer que ele seria relacionado para a partida contra o Coritiba, mas o volante ficou fora por causa de uma virose. Aos 33 anos, Alisson começou a carreira no Cruzeiro. Subiu da base da equipe mineira como atacante de ponta, fez 161 jogos e conquistou dois Campeonatos Brasileiros, em 2013 e 2014, além de um Campeonato Mineiro, em 2014. Além de uma passagem rápida pelo Vasco, no começo de 2013, jogou ainda no Grêmio entre 2018 e 2021, conquistando a Recopa Sul-Americana, em 2018, e o tetracampeonato Gaúcho, de 2018 a 2021, em 185 partidas. Foi para o São Paulo em 2022, ainda como jogador de ataque, mas foi por lá que migrou para o meio-campo sob o comando de Dorival Júnior. Foi peça-chave nas conquistas da Copa do Brasil de 2023 e da Supercopa do Brasil de 2024, sobre o rival Palmeiras. Foram 187 jogos no Morumbis, com destaque por um longo período. As lesões, no entanto, limitaram o espaço que teve na reta final da passagem pelo clube.

Israel publica modelo 3D de suposto bunker do aiatolá Ali Khamenei em Teerã

Forças do país dizem ter bombardeado o complexo na manhã desta sexta. Segundo Tel Aviv, Khamenei foi morto em ataque no dia 28 antes de conseguir chegar ao local. As forças de Israel divulgaram nesta sexta-feira (6) o vídeo do que seria um modelo 3D de um bunker usado pelo aiatolá Khamenei, então supremo líder do Irã, na capital do país, Teerã. Tel Aviv anunciou ter bombardeado o local mais cedo. Khamenei foi morto aos 86 anos, no último sábado (28), após bombardeios de Israel e EUA contra o território iraniano. O Irã respondeu às agressões, e os países têm trocado agressões desde então. Bases americanas em outros países também têm sido alvos, bem como áreas civis de outras nações do Golfo Pérsico e de Omã. De acordo com o vídeo de propaganda militar de Israel, o bunker de Khamenei ficaria no subterrâneo de uma área central de Teerã, entre os edifícios dos gabinetes presidenciais e do líder supremo. Ele incluiria diversos pontos de entrada e saída que se estendem por diversos quarteirões da capital. As instalações eram usadas “pela liderança do regime para fazer guerra contra o Estado de Israel, reprimir o povo iraniano e levar a cabo ideologias extremistas”, segundo o vídeo divulgado pelos militares. Na simulação dos israelenses, o bunker aparece decorado com imagens de encontros de Ali Khamenei com outros inimigos do Estado de Israel, como o líder militar do Hamas Yahya Sinwar, morto em combate na Faixa de Gaza em 2024. Mais cedo, Israel divulgou imagens do que afirmam ser um ataque para desmantelar um bunker que era do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Cerca de 50 caças participaram da operação. Os israelenses afirmaram em comunicado que Khamenei “foi morto antes que pudesse usar o bunker”, em referência ao ataque conjunto dos EUA e de Israel que o assassinou, ocorrido no sábado. Segundo Israel, o bunker continuou a ser utilizado por funcionários de alto escalão do regime iraniano mesmo após a morte de Khamenei. Ainda não se sabe, até a última atualização desta reportagem, se o ataque deixou mortos ou feridos.

A farra do Ibovespa acabou? O que esperar da bolsa em meio à guerra no Oriente Médio

O investimento estrangeiro na B3 já soma R$ 42,56 bilhões e impulsionou a bolsa uma sequência de recordes em 2026. Mas o cenário de tensão leva investidores a reduzir riscos e pode interromper a sequência de altas. Em 2026, o dinheiro estrangeiro voltou com força à bolsa brasileira. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta. Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos. A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores. Desde o início do conflito, a bolsa acumula queda de 4,41% e retornou aos 180 mil pontos. Se antes os investidores estavam mais dispostos a correr riscos, em momentos de tensão internacional ocorre o movimento inverso, conhecido como “flight to quality”: investidores deixam as bolsas de valores e passam a preferir aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro. Diante desse cenário, é possível dizer que a fase de forte valorização da bolsa brasileira chegou ao fim? Para especialistas ouvidos pelo g1, a entrada de capital estrangeiro ainda pode continuar ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender do cenário internacional. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

SUS oferece atendimento para dependentes de jogos de apostas via aplicativos

Serviço gratuito é realizado pelo Meu SUS Digital e pode atender cerca de 600 pacientes por mês O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a ofertar teleatendimento em saúde mental para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas. O serviço é gratuito, confidencial e está disponível para brasileiros de todos os estados por meio do aplicativo Meu SUS Digital. A iniciativa foi anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e integra um conjunto de ações do Governo Federal para o enfrentamento desse problema de saúde pública. A expectativa inicial é atender cerca de 600 pacientes por mês, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Para viabilizar o serviço, o Ministério da Saúde investiu R$ 2,5 milhões por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde. Segundo a pasta, o teleatendimento foi estruturado para ampliar o acesso ao cuidado, especialmente para quem enfrenta dificuldades em procurar ajuda presencial, seja por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Em 2025, o SUS registrou 6.157 atendimentos presenciais relacionados a jogos e apostas. O atendimento édestinado a pessoas com 18 anos ou mais, além de familiares e integrantes da rede de apoio. O cadastro pode ser feito 24 horas por dia, em ambiente seguro, com proteção das informações garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados. As consultas são realizadas por vídeo, com duração média de 45 minutos, e podem fazer parte de ciclos estruturados de cuidado com até 13 atendimentos, individuais ou em grupo. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e com a atenção básica para integração com os serviços locais. Como acessar Para utilizar o serviço, é necessário baixar gratuitamente o aplicativo Meu SUS Digital, disponível para Android, iOS e versão web, fazer login com a conta gov.br e acessar a área “Miniapps”. Em seguida, o usuário deve selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”. O aplicativo disponibiliza um auto teste baseado em evidências científicas. Caso o resultado indique risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Em situações de menor risco, o usuário é orientado a procurar a Rede de Atenção Psicossocial, que inclui Centros de Atenção Psicossocial e Unidades Básicas de Saúde. O modelo prevê telemonitoramento e integração com a rede do SUS, com possibilidade de encaminhamento para atendimento presencial quando necessário. Fonte: Brasil 61

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