Libertadores: Corinthians bate Santa Fé e vence a segunda no torneio

O Corinthians venceu o Santa Fe, da Colômbia, por 2 x 0, na noite desta quarta-feira (15/4), na Neo Química Arena, pela 2ª rodada da Libertadores. Raniele e Gustavo Henrique, ambos no segundo tempo e após jogadas de bola parada, fizeram os gols do jogo. Com este resultado, o Timão segue na liderança do Grupo E, agora com seis pontos marcados. Já os colombianos ficam em 3°, com apenas um de pontuação. Vale lembrar que Peñarol e Platense, outro integrantes da chave, se enfrentarão apenas na quinta (16/4).
Goiás tem três centros de treinamento selecionados pela Fifa para a Copa do Mundo Feminina de 2027

Goiás foi contemplado com três centros de treinamento no catálogo oficial divulgado pela Fifa para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Os locais selecionados ficam em Goiânia e Aparecida de Goiânia e poderão ser escolhidos pelas seleções classificadas como base de preparação durante o torneio. A lista foi publicada nesta quarta-feira, 15, e reúne 38 estruturas esportivas espalhadas pelo país, todas vinculadas a opções de hospedagem. O material será utilizado pelas 32 seleções participantes após a definição da tabela de jogos e das cidades-sede. No recorte goiano, os espaços aprovados pela Fifa são o Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia; o Vila Nova Futebol Clube, por meio de seu centro de treinamento, também na capital; e o Estádio Anníbal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia. Segundo a entidade, o processo de escolha envolveu visitas técnicas realizadas entre novembro de 2024 e março de 2026. Ao todo, 52 cidades em 19 estados brasileiros foram avaliadas, com análise de 261 instalações esportivas. A presença de três estruturas goianas no catálogo reforça o posicionamento do estado como destino apto para grandes eventos esportivos internacionais, especialmente após a realização de competições recentes de grande porte e os investimentos em infraestrutura esportiva e logística.
Suspeito de desviar R$ 37 milhões da avó é alvo de operação da Polícia Civil em Goiás

Um homem identificado como Fabiano Pedrosa Leão foi alvo de uma operação da Polícia Civil que apura o desvio de aproximadamente R$ 37 milhões das contas da própria avó, Angélica Gonçalves Pedrosa. O caso envolve suspeitas de exploração financeira durante o processo de partilha de bens da idosa. A ação foi realizada na última segunda-feira (13), com cumprimento de mandados de busca e apreensão em Goiânia e no município de Firminópolis. Além de Fabiano, a mãe dele, Marli Gonçalves Pedrosa Leão, também foi alvo da operação. Durante as diligências, os policiais apreenderam celulares, documentos e computadores, que serão submetidos à perícia. Segundo a Polícia Civil, duas armas de fogo irregulares foram encontradas na residência de Fabiano. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, mas acabou sendo liberado após pagamento de fiança. As investigações apontam que a idosa era semianalfabeta e não possuía letramento digital, dependendo de terceiros para realizar operações financeiras mais complexas. Nesse contexto, Fabiano auxiliava na administração dos negócios agrícolas da avó. Após a morte de Angélica, em maio de 2024, uma das filhas da idosa procurou a polícia e denunciou possíveis irregularidades na divisão dos bens. De acordo com o delegado Alexandre Bruno de Barros, titular da Delegacia do Idoso em Goiânia, a apuração indica que a partilha pode não ter sido realizada de forma justa. “O objetivo foi investigar um possível caso de estelionato e exploração financeira contra uma idosa, que teria resultado em uma divisão desigual do patrimônio”, afirmou o delegado. Fabiano já havia sido ouvido anteriormente pela Delegacia de Proteção ao Idoso. Em depoimento, ele afirmou que sempre informou a avó sobre as movimentações financeiras e que os demais familiares tinham conhecimento dos lucros da fazenda, inclusive com registros assinados sobre os repasses.
Estudantes da USP decretam greve por tempo indeterminado

Estudantes do campus Butantã da Universidade de São Paulo aderiram a um movimento de greve e paralisação que impacta o funcionamento da instituição desde terça-feira (14) de abril. A mobilização ocorre em apoio aos funcionários técnico-administrativos, que também cruzaram os braços por tempo indeterminado, além de reivindicações próprias dos alunos. No campus da capital, considerado o principal da universidade, aulas e serviços foram afetados, incluindo restaurantes universitários e atendimentos administrativos. Protestos e atos foram registrados ao longo do dia, com concentração em frente à reitoria e caminhadas pelo campus. Entre as principais pautas dos estudantes estão o aumento no valor das bolsas de permanência, melhorias na infraestrutura e condições dos restaurantes universitários, além de maior apoio estudantil. Já os funcionários reivindicam reajuste salarial e igualdade de benefícios em relação aos docentes, após a aprovação de uma bonificação exclusiva para professores, o que gerou insatisfação entre as categorias. O movimento reúne dezenas de cursos e entidades estudantis, ampliando a pressão sobre a administração da universidade. Novas assembleias e atos devem definir os próximos passos da greve, que segue sem previsão de término.
A cada R$ 1 renegociado no programa Desenrola surgiram R$ 1,15 em novas dívidas

O programa Desenrola renegociou R$ 53 bilhões em dívidas de 14,8 milhões de pessoas. Na sequência, surgiram R$ 61 bilhões em novas inadimplências. A taxa de inadimplência saltou de 5,5% ao fim do programa para 6,9% hoje. E os juros médios para pessoa física foram de 52% para 62% ao ano no mesmo período. O resultado é um recorde histórico: R$ 171 bilhões em empréstimos atrasados há mais de 90 dias em fevereiro de 2026. O problema não é o programa, é estrutural. 55% dos brasileiros admitem saber pouco ou nada sobre educação financeira. Renegociar a dívida sem mudar o comportamento financeiro é como esvaziar balde com furo no fundo. O detalhe inteligente: o governo agora lança um novo pacote de renegociação com saque do FGTS e desconto de até 90%. O ciclo se repete. Sem atacar juros e educação financeira, o Desenrola 2 pode gerar o Desenrola 3.
Goiás ultrapassa 1 milhão de raios em 2026 e acende alerta para riscos durante tempestades

Goiás já registrou mais de 1 milhão de descargas atmosféricas entre janeiro e abril de 2026. O volume representa uma média de cerca de 360 raios por hora, número que chama atenção pelos impactos diretos, principalmente no fornecimento de energia elétrica em diversas regiões do estado. De acordo com a Equatorial Goiás, algumas das cidades mais atingidas são Cavalcante, Nova Crixás, Crixás, Rio Verde e Formosa, onde a incidência de raios tem sido mais intensa neste período. O gerente do Centro de Operações Integradas da concessionária destacou que a rede elétrica vem passando por melhorias desde a chegada da empresa ao estado. Entre as ações estão a instalação de para-raios e o recondutoramento da rede, com o objetivo de aumentar a resistência do sistema diante das descargas. Apesar dos investimentos, a concessionária alerta que interrupções ainda podem ocorrer, já que os fenômenos naturais são imprevisíveis. Além dos impactos na rede elétrica, há também riscos à população. Durante tempestades, a recomendação é evitar o uso de aparelhos conectados à tomada, como secadores, chapinhas e máquinas de lavar, devido ao risco de descargas elétricas. No ambiente rural, a orientação é buscar abrigo em locais seguros, preferencialmente construções de alvenaria, e evitar portar objetos metálicos, como ferramentas ou guarda-chuvas, que podem atrair raios. Especialistas reforçam que os cuidados simples podem reduzir significativamente os riscos de acidentes durante tempestades com alta incidência de descargas elétricas.
Com novo CEO, Disney começa demissões em massa e corta mil empregos

A Walt Disney Company, gigante global do entretenimento, começou, nessa terça-feira (14/4), um processo de demissões em massa que deve eliminar cerca de mil postos de trabalho em diversas áreas da empresa. Este será o primeiro grande corte de empregos desde a posse do novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, em março deste ano. Ele assumiu o cargo que foi ocupado por Bob Iger por quase duas décadas. De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Associated Press, as demissões devem afetar, principalmente, os negócios de televisão da Disney, incluindo a ESPN, além dos estúdios de cinema. Também serão desligados funcionários que atuam nos departamentos de produtos e tecnologia. Em um comunicado a funcionários, o CEO da companhia explicou a decisão de demitir um grande contingente de profissionais neste momento. “Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, afirmou D’Amaro. “Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, completou o CEO. A última grande rodada de demissões em massa na Disney ocorreu em 2022, sob a gestão de Bob Iger. Na ocasião, a empresa cortou cerca de 8 mil postos de trabalho. No fim do ano passado, a Disney contava com cerca de 230 mil funcionários. Josh D’Amaro tem 55 anos e está na Disney há quase 30 anos, desde 1998. Antes de se tornar o novo CEO e desde 2020, ele liderava a Disney Experiences, supervisionando 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo. Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, D’Amaro também já comandou o Disneyland Resort e o Walt Disney World Resort.
Bolsa renova recorde pela 18ª vez no ano e se aproxima dos 200 mil pontos

O mercado financeiro brasileiro voltou a registrar desempenho positivo nesta terça-feira, 14. A bolsa de valores atingiu novo recorde histórico e encerrou o dia próxima da marca de 200 mil pontos, enquanto o dólar permaneceu abaixo de R$ 5. O movimento foi favorecido pela melhora do cenário internacional e pela expectativa de retomada do diálogo entre Estados Unidos e Irã. O Ibovespa, principal índice acionário do país, fechou em alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos. Na máxima do pregão, alcançou 199.354,81 pontos, aproximando-se do nível simbólico dos 200 mil pontos. Com o resultado, o índice acumula valorização de 0,68% na semana, 5,97% no mês e 23,29% em 2026. A sessão marcou a 11ª alta consecutiva do indicador e o quinto recorde seguido. Ao longo deste ano, a bolsa brasileira já renovou suas máximas em 18 oportunidades, consolidando um período de forte valorização dos ativos domésticos. No mercado cambial, a moeda norte-americana voltou a recuar e encerrou cotada a R$ 4,993. Foi o quinto pregão seguido de queda. Em abril, o dólar já acumula baixa de 3,57%, enquanto no ano a desvalorização chega a 9,02%. Durante o dia, a cotação chegou a tocar R$ 4,97, mas reduziu o ritmo de queda ao longo da sessão. Entre os fatores que influenciaram o câmbio estão a diminuição das tensões geopolíticas, o enfraquecimento global do dólar e indicadores econômicos mais fracos nos Estados Unidos, o que reforçou apostas de futuros cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central norte-americano. No exterior, os preços do petróleo recuaram com força diante da possibilidade de avanço nas negociações entre Washington e Teerã. O barril do Brent caiu 4,6%, negociado a US$ 94,79, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, recuou 7,9%, para US$ 91,28. A baixa contribui para aliviar pressões inflacionárias globais e tende a beneficiar mercados emergentes, como o brasileiro.
Escultura invisível, feita de ar e espírito, foi vendida por 90 mil reais

No mundo das artes não há limites para criatividade e a imaginação. A obra “Comedian”, uma banana na parede com fita prateada, de Maurício Cattelan, foi vendida por impressionantes US$ 6,2 milhões, em 2025. No mesmo leilão, uma tela de Picasso, na fase cubista, saiu por menos de US$ 5 milhões. Isso quer dizer que o mundo enlouqueceu e uma banana tem valor de mercado superior a um Picasso? Claro que não. Foi o inusitado que chamou a atenção dos colecionadores cada vez mais seletivos em busca do fora do comum no circuito das artes. Há tempos que o mercado foi tomado por imagens que já não provocam tanto estímulo como o cubismo de Picasso, que desconstruiu a realidade e revolucionou a arte moderna no início do século XX. No século XXI, a arte chegou ao limite da percepção quando surgiram os primeiros trabalhos de artistas que exploram a linha entre o visível e o invisível. Foi um convite ao espectador para uma viagem ainda mais profunda através do simples ato de olhar. Assim surgiu o conceito da arte conceitual, um nicho, ainda inexplorado, que muitas vezes sofre preconceito tanto dos artistas como amantes da arte. Obras invisíveis ou imateriais marcam a ideia de arte conceitual. Através delas, seus criadores tentam mostrar, pelo nada, que a ausência de algo também é arte. Quando expostas, elas sempre provocam surpresas e discussões. Por isso, vários trabalhos, às vezes um tanto controversos, e calcados em uma ideia de conceitualismo, sempre levantam polêmicas e questionamentos. Hoje, “Lo Sono” está instalada bem na entrada da mansão de um ator de Hollywood, que não teve o nome revelado porque teme que a escultura invisível possa ser roubada. Na época, Salvatore foi questionado sobre vender o “nada”. Ele respondeu dizendo que “não foi o nada que foi vendido, mas o próprio vácuo.”
A cada hora de corrida, o corpo ganha 7 horas de vida, aponta estudo

Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology com mais de 55 mil pessoas acompanhadas por 15 anos mostrou que correr reduz em 45% o risco de morte por doenças cardiovasculares e em cerca de 30% o risco de morte por qualquer causa. O benefício estimado é de até 3 anos a mais de expectativa de vida. O dado mais surpreendente é que esse impacto aparece mesmo com volumes baixos de treino — 5 a 10 minutos por dia em ritmo leve já são suficientes para colher os benefícios. Para cada hora de corrida, estima-se um ganho médio de 7 horas de vida ao longo do tempo. A consistência, não a intensidade, é o fator decisivo. Além da proteção cardiovascular, a corrida também foi associada a menor risco de câncer e doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. A mensagem dos pesquisadores é que a longevidade não depende de grandes mudanças — depende de pequenas doses de movimento repetidas ao longo do tempo.