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Motociclista morre após acidente com caminhonete em Rio Verde; motorista é preso por embriaguez

Jovem de 28 anos morre após colisão em cruzamento no Bairro Martins, em Rio Verde Um motociclista de 28 anos morreu após um grave acidente de trânsito registrado na noite desta segunda-feira (29), no cruzamento das ruas Otoniel da Cunha e Vitória, no Bairro Martins, em Rio Verde. A vítima conduzia uma motocicleta pela via preferencial quando foi atingida transversalmente por uma caminhonete, segundo informações da Polícia Militar. O motorista da caminhonete foi preso ainda no local após realizar o teste do etilômetro. Conforme a PM, o equipamento apontou 0,54 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice que caracteriza crime de trânsito. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Rio Verde. Motociclista morre após colisão no Bairro Martins De acordo com a ocorrência, a caminhonete seguia pela Rua Otoniel da Cunha, no sentido Avenida Pauzanes/Bairro Veneza. Ao chegar ao cruzamento com a Rua Vitória, o condutor teria avançado a sinalização de parada obrigatória. A motocicleta trafegava pela via preferencial, no sentido Céu Azul/Bairro Popular, quando foi atingida pela caminhonete. Com o impacto, o motociclista foi lançado ao solo e sofreu ferimentos graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram socorro à vítima. O jovem foi encaminhado em estado gravíssimo ao Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso), mas não resistiu aos ferimentos. Motorista foi preso após teste do bafômetro Ainda no local do acidente, o motorista da caminhonete foi submetido ao teste do bafômetro. Segundo a Polícia Militar, o resultado de 0,54 mg/L confirmou a presença de álcool acima do limite criminal previsto para condução de veículo automotor. Diante do resultado, os policiais deram voz de prisão ao condutor, que foi levado à Central de Flagrantes. A partir de agora, a Polícia Civil deverá formalizar os procedimentos cabíveis e analisar as circunstâncias da colisão. O caso poderá envolver responsabilização criminal conforme o andamento da investigação, a análise pericial, os depoimentos e demais elementos reunidos pelas autoridades. Polícia Civil e perícia foram acionadas Devido à gravidade da ocorrência, a Polícia Civil e a Polícia Científica foram chamadas para realizar a perícia no local e nos veículos envolvidos. O trabalho pericial deve ajudar a esclarecer a dinâmica do acidente, incluindo posição dos veículos, ponto de impacto, sinalização, marcas na via e demais evidências. Os veículos foram apreendidos e removidos ao pátio da Agência Municipal de Mobilidade e Trânsito (AMT). Essa medida é comum em ocorrências com vítima grave ou morte, especialmente quando há necessidade de exame técnico. A perícia será uma etapa importante para confirmar as informações iniciais e subsidiar a investigação conduzida pela autoridade policial. Testemunhas relataram movimentação após a colisão Durante a ocorrência, testemunhas disseram aos policiais que uma mulher teria conduzido a caminhonete após a batida. O motorista, no entanto, afirmou que era ele quem dirigia no momento do acidente e declarou que apenas pediu para a esposa estacionar o veículo nas proximidades depois da colisão. Segundo a Polícia Militar, a mulher apresentava sinais de embriaguez e deixou o local antes de ser abordada. Essa informação também deverá ser apurada pela Polícia Civil, que poderá ouvir testemunhas e verificar a participação de cada pessoa na ocorrência. Até a conclusão da investigação, a versão apresentada pelo motorista e os relatos das testemunhas deverão ser confrontados com imagens, perícia e demais provas disponíveis. Caso reacende alerta sobre álcool ao volante A morte do motociclista reforça a gravidade da combinação entre álcool e direção. Acidentes em cruzamentos costumam ter alto potencial de risco, especialmente quando envolvem motocicletas, veículos mais vulneráveis em colisões laterais ou transversais. O respeito à sinalização de parada obrigatória é uma regra básica de segurança viária. Avançar uma placa de pare, ainda mais sob suspeita de embriaguez, aumenta drasticamente o risco de tragédias. Para a população, o caso deixa um alerta direto: dirigir após consumir bebida alcoólica coloca vidas em risco e pode transformar uma infração em crime com consequências irreversíveis. A responsabilidade no trânsito depende de fiscalização, educação, punição quando cabível e, sobretudo, consciência individual.

Incêndio atinge estúdio de tatuagem durante a madrugada em Rio Verde

Bombeiros controlam incêndio em comércio usado como estúdio de tatuagem no Bairro Martins Um incêndio atingiu um estabelecimento comercial utilizado para trabalhos com tatuagem na madrugada desta quarta-feira (27), no Bairro Martins, em Rio Verde. De acordo com o 4º Batalhão Bombeiro Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 4h35, em um imóvel localizado na Rua Bahia. Ao chegarem ao endereço, as equipes encontraram o local completamente tomado pela fumaça. Como a porta do estabelecimento estava fechada, os militares precisaram levantar a estrutura de acesso para entrar no imóvel e iniciar o combate às chamas. Incêndio em estúdio de tatuagem no Bairro Martins Segundo o Corpo de Bombeiros, o foco do incêndio estava concentrado em um sofá dentro do comércio. A rápida atuação das equipes impediu que o fogo avançasse para outras áreas do imóvel, o que poderia aumentar os danos materiais e dificultar o controle da ocorrência. Os bombeiros utilizaram uma linha de combate a incêndio para extinguir as chamas. Após a ação inicial, o fogo foi controlado sem que houvesse, nas informações divulgadas até o momento, registro de propagação para imóveis vizinhos. A causa do incêndio ainda não foi informada. Em situações desse tipo, a origem das chamas pode depender de avaliação técnica, análise do ambiente e verificação das condições elétricas, estruturais e dos materiais atingidos. Bombeiros encontraram imóvel tomado por fumaça A presença intensa de fumaça foi um dos principais desafios enfrentados pelas equipes. Após apagar o fogo, os militares utilizaram um moto ventilador para retirar a fumaça acumulada no interior do estabelecimento. Esse procedimento é importante para melhorar a visibilidade, reduzir riscos no ambiente e permitir que os bombeiros façam a conferência dos bens atingidos. Também ajuda a evitar que focos residuais permaneçam escondidos em móveis, tecidos ou materiais inflamáveis. Conforme o relato do 4º Batalhão Bombeiro Militar, após a extinção das chamas, os militares catalogaram os bens atingidos. O levantamento pode auxiliar o proprietário ou responsável pelo imóvel na avaliação dos prejuízos. Ocupante deixou o local antes da chegada das equipes Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, o ocupante do imóvel deixou o local antes da chegada das equipes. Não foram repassadas informações detalhadas sobre atendimento médico, feridos ou inalação de fumaça. A energia elétrica do estabelecimento permaneceu desligada após a ocorrência. Testemunhas foram orientadas a contratar um eletricista para avaliar a fiação antes de qualquer religação da rede. A recomendação é uma medida preventiva importante. Após incêndios em ambientes comerciais, a rede elétrica pode sofrer danos que não são visíveis de imediato. A religação sem inspeção técnica pode representar risco de novo curto-circuito, choque elétrico ou outro princípio de incêndio. Ação mobilizou três viaturas e seis bombeiros A ocorrência contou com o apoio de três viaturas e seis bombeiros militares. A mobilização permitiu resposta rápida, controle do fogo e ventilação do ambiente ainda durante a madrugada. Incêndios em estabelecimentos comerciais exigem atenção especial porque podem envolver equipamentos elétricos, materiais inflamáveis, mobiliário, produtos químicos e documentos. No caso de um estúdio de tatuagem, também pode haver itens sensíveis, como materiais de atendimento, móveis estofados e equipamentos de trabalho. A atuação dos bombeiros evitou que as chamas se espalhassem para outras partes do imóvel. O caso reforça a importância de medidas preventivas em comércios, como revisão elétrica periódica, cuidado com equipamentos ligados fora do horário de funcionamento e manutenção de rotas de acesso desobstruídas. Causa do incêndio ainda deve ser apurada Até o momento, não foi divulgada a causa oficial do incêndio. A apuração deverá indicar se o fogo teve origem elétrica, acidental ou em outra circunstância. Também não foram informados valores de prejuízo ou se o estabelecimento possuía seguro. Novas informações poderão ser divulgadas pelo Corpo de Bombeiros ou pelos responsáveis pelo imóvel após avaliação completa do local. A ocorrência foi controlada ainda na madrugada, e o imóvel permaneceu sob orientação preventiva para que a rede elétrica fosse avaliada antes da retomada do uso do espaço. Gostou ? Compartilhe

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