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RÚSSIA ANUNCIA QUE VACINA CONTRA O CÂNCER ESTÁ PRONTA E SERÁ OFERECIDA GRATUITAMENTE PARA TODOS OS PACIENTES DO MUNDO

A Rússia anunciou o desenvolvimento de uma vacina experimental contra o câncer baseada em tecnologia mRNA, projetada para estimular o sistema imunológico a identificar e combater células tumorais de forma personalizada. Segundo autoridades russas, os primeiros estudos apresentaram resultados promissores na redução do avanço de tumores e metástases, e a intenção é disponibilizar o tratamento gratuitamente caso ele seja aprovado em todas as etapas clínicas e regulatórias. O anúncio rapidamente ultrapassou o campo científico e passou a gerar debates sobre os impactos econômicos e geopolíticos de uma possível terapia de baixo custo para uma das doenças que mais movimentam a indústria farmacêutica mundial. Especialistas reforçam que ainda são necessários estudos clínicos mais amplos para comprovar a eficácia e a segurança do tratamento, mas o tema já levanta discussões importantes sobre acesso à saúde, patentes e o futuro da medicina personalizada. Enquanto a ciência continua avançando, cresce também uma pergunta que divide opiniões: o mundo está preparado para tornar tratamentos inovadores realmente acessíveis para todos?

REINO UNIDO RECONHECEU A DOR DAS LAGOSTAS E FERVER VIVAS DEIXOU DE SER ACEITÁVEL

Durante muito tempo, jogar lagostas e caranguejos vivos na água fervendo foi tratado como rotina de cozinha. Agora, isso começou a mudar. O Reino Unido reconheceu oficialmente que crustáceos como lagostas e caranguejos são seres sencientes, capazes de sentir dor e sofrimento. O ponto mais forte não está só na ciência. Está no que vem depois dela. Na estratégia de bem-estar animal para a Inglaterra, o governo deixou claro que ferver esses animais vivos não é um método aceitável de abate e prometeu publicar orientações e rever se a lei precisa ser endurecida. No fim, a discussão deixou de ser gastronômica. Virou moral.

Irã classifica nova ameaça de sanções dos EUA: “Terrorismo econômico”

O Ministério das Relações Exteriores do Irã criticou a possibilidade de novas sanções por parte dos Estados Unidos (EUA), classificando a medida como “terrorismo econômico”. A reação veio após declarações do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, que indicou que Washington pode ampliar as restrições contra Teerã. Segundo o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baghaei, essas ações equivalem a práticas de extorsão estatal e, pelos seus efeitos acumulados, poderiam até ser consideradas crimes contra a humanidade. A declaração foi publicada nesta quinta-feira (16/4) na rede social X. “São nada menos que terrorismo econômico e extorsão patrocinada pelo Estado – ações que constituem crimes contra a humanidade e, no seu efeito cumulativo, constituem genocídio”, disse o porta-voz do ministério, Esmaeil Baghaei. Para o governo iraniano, a intensificação das sanções representa uma forma de pressão econômica extrema, com impactos diretos sobre a população. Do lado americano, o alerta foi feito durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, na quarta-feira (15/4). A proposta inclui a adoção de sanções secundárias, que não atingiriam apenas o Irã, mas também empresas, embarcações e até países envolvidos na comercialização de petróleo e gás iranianos.

Vida na Terra pode acabar antes do previsto por causa da desoxigenação

Um estudo publicado em 2021 na revista Nature Geoscience voltou a repercutir ao projetar mudanças de longo prazo na atmosfera da Terra, relacionadas à redução gradual dos níveis de oxigênio. Segundo os autores, o processo de desoxigenação é associado ao aumento dos fluxos solares ao longo da evolução do Sol. O estudo indica que uma atmosfera com oxigênio acima de 1% dos níveis atuais deve permanecer por aproximadamente 1,08 bilhão de anos. Estimativas anteriores apontavam que a Terra seria habitável por quase dois bilhões de anos. Os pesquisadores Kazumi Ozaki e Christopher T. Reinhard, autores do artigo, afirmam que o aumento gradual da emissão de energia do Sol deve impactar os ciclos geoquímicos do planeta. O trabalho aponta que a possibilidade de manutenção da vida na Terra se esgota com a redução dos níveis de oxigênio, em um processo que pode ocorrer antes da fase de “efeito estufa úmido”, caracterizada por temperaturas extremamente elevadas. Os autores ressaltam que as projeções consideram a habitabilidade global da Terra, não apenas a vida humana.

Com novo CEO, Disney começa demissões em massa e corta mil empregos

A Walt Disney Company, gigante global do entretenimento, começou, nessa terça-feira (14/4), um processo de demissões em massa que deve eliminar cerca de mil postos de trabalho em diversas áreas da empresa. Este será o primeiro grande corte de empregos desde a posse do novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, em março deste ano. Ele assumiu o cargo que foi ocupado por Bob Iger por quase duas décadas. De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Associated Press, as demissões devem afetar, principalmente, os negócios de televisão da Disney, incluindo a ESPN, além dos estúdios de cinema. Também serão desligados funcionários que atuam nos departamentos de produtos e tecnologia. Em um comunicado a funcionários, o CEO da companhia explicou a decisão de demitir um grande contingente de profissionais neste momento. “Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, afirmou D’Amaro. “Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, completou o CEO. A última grande rodada de demissões em massa na Disney ocorreu em 2022, sob a gestão de Bob Iger. Na ocasião, a empresa cortou cerca de 8 mil postos de trabalho. No fim do ano passado, a Disney contava com cerca de 230 mil funcionários. Josh D’Amaro tem 55 anos e está na Disney há quase 30 anos, desde 1998. Antes de se tornar o novo CEO e desde 2020, ele liderava a Disney Experiences, supervisionando 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo. Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, D’Amaro também já comandou o Disneyland Resort e o Walt Disney World Resort.

Bolsa renova recorde pela 18ª vez no ano e se aproxima dos 200 mil pontos

O mercado financeiro brasileiro voltou a registrar desempenho positivo nesta terça-feira, 14. A bolsa de valores atingiu novo recorde histórico e encerrou o dia próxima da marca de 200 mil pontos, enquanto o dólar permaneceu abaixo de R$ 5. O movimento foi favorecido pela melhora do cenário internacional e pela expectativa de retomada do diálogo entre Estados Unidos e Irã. O Ibovespa, principal índice acionário do país, fechou em alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos. Na máxima do pregão, alcançou 199.354,81 pontos, aproximando-se do nível simbólico dos 200 mil pontos. Com o resultado, o índice acumula valorização de 0,68% na semana, 5,97% no mês e 23,29% em 2026. A sessão marcou a 11ª alta consecutiva do indicador e o quinto recorde seguido. Ao longo deste ano, a bolsa brasileira já renovou suas máximas em 18 oportunidades, consolidando um período de forte valorização dos ativos domésticos. No mercado cambial, a moeda norte-americana voltou a recuar e encerrou cotada a R$ 4,993. Foi o quinto pregão seguido de queda. Em abril, o dólar já acumula baixa de 3,57%, enquanto no ano a desvalorização chega a 9,02%. Durante o dia, a cotação chegou a tocar R$ 4,97, mas reduziu o ritmo de queda ao longo da sessão. Entre os fatores que influenciaram o câmbio estão a diminuição das tensões geopolíticas, o enfraquecimento global do dólar e indicadores econômicos mais fracos nos Estados Unidos, o que reforçou apostas de futuros cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central norte-americano. No exterior, os preços do petróleo recuaram com força diante da possibilidade de avanço nas negociações entre Washington e Teerã. O barril do Brent caiu 4,6%, negociado a US$ 94,79, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, recuou 7,9%, para US$ 91,28. A baixa contribui para aliviar pressões inflacionárias globais e tende a beneficiar mercados emergentes, como o brasileiro.

Homem diz que recebeu ordens de uma barata para cometer duplo homicídio

Um homem acusado de matar duas pessoas a tiros no Novo México (EUA) afirmou às autoridades que cometeu o crime porque “uma barata o ordenou” por meio de mensagens criptografadas. Alexis Hernandez, de 25 anos, disse aos agentes do Gabinete do Xerife do Condado de Bernalillo que, recebeu “mensagens criptografadas em uma barata” que o instruíam a realizar os homicídios. Segundo o mandado de prisão acessado pela revista People, Hernandez “portava uma arma de fogo na cintura e um sabre do Corpo de Fuzileiros Navais no quadril”. O suspeito teria dito aos policiais que era fuzileiro naval e que “tinha que fazer o que tinha que fazer” para se proteger. Ele alegava acreditar que o proprietário do imóvel estava o perseguindo e instalando câmeras nas luminárias. Ele também ouvia “vozes assustadoras vindas das aberturas de ventilação”. Uma das vítimas era o proprietário da casa. As autoridades acrescentaram que o suspeito alegou conhecer os dois homens falecidos. Segundo o mandado, o suspeito havia comprado anteriormente uma pistola para “proteção” e que ele “temeu por sua vida” quando os dois homens o levaram para o quarto dos fundos da casa.

Mulher aluga jatinho para cadela não viajar em bagageiro do avião

A americana Emily Gardner viralizou recentemente por um gesto que, para muitos tutores de pets, demonstra como eles fazem parte da família: ela alugou um jatinho para que sua cadela, Luna, de 14 anos, não viajasse no bagageiro de um avião. À revista People, Emily contou que ela e o marido, Matt, precisaram vender vários pertences da casa, nos Estados Unidos, para poder proporcionar uma viagem confortável ao animal, que é idoso e poderia não resistir ao trajeto de nove horas para a Alemanha, onde iriam e moram atualmente. “Os animais de estimação são como família, especialmente no nosso caso em que não temos filhos”, defendeu a médica oncologista. “Eles aguentam mais mudanças do que você imagina. Tudo que eles querem é estar com seus humanos e não serem deixados para trás”, emendou. A mulher disse que o voo, realizado em dezembro, foi tranquilo e a “doguinha” foi medicada para evitar qualquer contratempo. Na nova casa, a “aumiga” se adaptou bem e vive tranquilamente. A cadela foi resgatada aos 7 meses e, para Emily e Matt, é considerada como uma filha.

Trump se ilustra como Jesus Cristo em montagem postada nas redes

Primeiro, Donald Trump criticou o papa Leão XIV, após o pontífice norte-americano oferecer uma oração do terço à paz mundial, na tarde desse sábado (12/4), na Basílica de São Pedro. Minutos depois, o presidente dos Estados Unidos publicou uma ilustração na qual ele próprio aparece como se fosse Jesus Cristo. Com uma túnica vermelha e branca, Trump cura uma pessoa, enquanto soldados aparecem flutuando no céu como se fossem anjos, ao lado de águias e de aviões de guerra. No desenho postado pelo republicano, também estão uma criança em oração, uma enfermeira, a bandeira dos Estados Unidos e a Estátua da Liberdade. Antes de divulgar a ilustração, Trump disse não ser “grande fã” do papa Leão XIV. “Ele é uma pessoa muito liberal, e é um homem que não acredita em parar o crime”, afirmou Trump.

Artemis II voltará à Terra como “bola de fogo” mais rápida que o som

A missão Artemis II se aproxima de seu momento mais aguardado: a nave retornará ao planeta em uma reentrada descrita como uma verdadeira “bola de fogo” mais rápida que o som, em uma fase crítica que marcará o desfecho da jornada. O retorno à Terra será transmitido ao vivo e deve atrair atenção global. Após cerca de dez dias de missão, a cápsula Orion trará de volta os astronautas Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e Jeremy Hansen. A amerissagem está prevista para a noite desta sexta-feira, no Oceano Pacífico, próximo à costa da Califórnia, nos Estados Unidos. O retorno da Artemis II representa o momento decisivo da missão. Para a NASA, o sucesso só será confirmado quando toda a tripulação estiver em segurança após a amerissagem. A missão percorreu mais de 400 mil quilômetros, estabelecendo uma das maiores distâncias já alcançadas por humanos no espaço. O objetivo principal é validar sistemas essenciais para futuras viagens tripuladas mais profundas no espaço.

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