Homem é preso após dois roubos com machado em Rio Verde

Suspeito com tornozeleira é preso após assaltar comércio e loja no Centro de Rio Verde Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (8), em Rio Verde, após cometer dois roubos usando um machado para ameaçar as vítimas. De acordo com a PM, os crimes ocorreram em sequência, primeiro em um estabelecimento comercial na Rua Laudomiro Bueno e depois em uma loja de decorações na região central. A equipe policial iniciou as buscas após o primeiro roubo e conseguiu localizar o suspeito com apoio de imagens de câmeras de segurança e informações repassadas por testemunhas. Durante a abordagem, os militares recuperaram parte dos produtos levados e apreenderam o machado usado nos crimes. Primeiro roubo ocorreu na Rua Laudomiro Bueno Segundo a Polícia Militar, o primeiro crime aconteceu em um comércio localizado na Rua Laudomiro Bueno. A vítima relatou que estava no caixa quando foi surpreendida pelo suspeito. Ainda conforme a ocorrência, o homem estava com um machado e anunciou o assalto. Ele ameaçou a vítima caso houvesse reação e fugiu levando seis carteiras de cigarro, quatro isqueiros e um pacote de amendoim. Após o crime, a PM analisou imagens de câmeras de segurança e iniciou diligências para localizar o autor. As informações ajudaram a identificar as características do suspeito e o possível trajeto de fuga. Suspeito fez novo roubo em loja de decorações Durante as buscas, os policiais receberam uma nova informação. O mesmo homem teria praticado outro roubo em uma loja de decorações na região central de Rio Verde. No segundo estabelecimento, segundo a PM, ele também utilizou o machado para intimidar uma funcionária. Dessa vez, o suspeito roubou um iPhone e fugiu pela Avenida Barrinha. Com o apoio de testemunhas, a equipe conseguiu levantar a direção seguida pelo autor. Pouco depois, os policiais localizaram o homem e fizeram a prisão em flagrante. Produtos e celular foram recuperados Durante a abordagem, os policiais encontraram o iPhone roubado na loja de decorações. Também recuperaram seis carteiras de cigarro, três isqueiros e um pacote de amendoim. Além dos objetos, a PM apreendeu o machado usado nas ações criminosas. Os militares também localizaram um dispositivo eletrônico de choque que o homem carregava na cintura. Todo o material foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, junto com o suspeito. A autoridade policial deve formalizar o flagrante e dar continuidade aos procedimentos legais. Homem usava tornozeleira eletrônica Segundo a Polícia Militar, o suspeito usava tornozeleira eletrônica por causa de uma condenação anterior por furto. A corporação também informou que ele possui antecedentes por furto, roubo e homicídio. Essas informações foram incluídas na ocorrência e poderão ser consideradas pelas autoridades durante a análise do caso. Ainda assim, o suspeito tem direito à defesa, e a responsabilidade penal pelos novos crimes será definida pela Justiça. A reincidência criminal é um ponto que preocupa a segurança pública. Casos envolvendo pessoas monitoradas por tornozeleira eletrônica exigem acompanhamento rigoroso, fiscalização eficiente e resposta rápida quando há nova prática criminosa. Ação rápida evitou continuidade dos crimes A prisão em flagrante ocorreu após uma sequência de diligências da Polícia Militar. A combinação entre câmeras de segurança, relatos das vítimas e apoio de testemunhas ajudou a equipe a localizar o suspeito em pouco tempo. Para comerciantes e trabalhadores da região central, roubos praticados com ameaça causam medo e prejuízo. Além do valor material, esse tipo de crime afeta a rotina de quem depende do comércio para trabalhar. A atuação rápida das forças de segurança ajuda a reduzir a sensação de impunidade e aumenta a confiança da população na denúncia. Em casos de roubo, a orientação é evitar reação e acionar a polícia assim que houver segurança. Caso segue para investigação da Polícia Civil Após a prisão, o homem foi levado à Delegacia da Polícia Civil. A investigação deverá confirmar a dinâmica dos roubos, ouvir vítimas e testemunhas, analisar as imagens de segurança e verificar se o suspeito pode estar ligado a outros crimes. A Polícia Civil também deve avaliar o enquadramento legal do caso, considerando o uso de instrumento para ameaça, a sequência de crimes e os antecedentes informados pela PM. O episódio reforça a importância do monitoramento em áreas comerciais, da integração entre comerciantes e forças de segurança e da pronta comunicação de crimes pelo telefone 190.
PM esclarece falso furto de Honda Biz em Rio Verde após diligências da ALI

Homem registra furto falso de motoneta após desacordo sobre venda em Rio Verde A Polícia Militar de Rio Verde esclareceu um falso registro de furto envolvendo uma motoneta Honda Biz. O caso veio à tona durante diligências realizadas após solicitação da Agência Local de Inteligência (ALI) do 2º Batalhão da Polícia Militar. Segundo a PM, a ocorrência de furto havia sido registrada no último sábado (5). Porém, durante a apuração, os policiais localizaram o homem apontado como autor do suposto crime. Na abordagem, os envolvidos admitiram que o furto nunca aconteceu. PM esclarece falso furto de Honda Biz em Rio Verde De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, a equipe iniciou as diligências depois de receber dados da ALI do 2º BPM. O objetivo era localizar a motoneta Honda Biz e verificar as circunstâncias do crime informado no boletim. Durante a investigação, os militares encontraram o homem indicado como suspeito do furto. A partir daí, a versão inicial começou a perder força. Conforme a PM, os envolvidos acabaram confessando que não houve subtração do veículo. A situação mudou o rumo da ocorrência. O caso deixou de ser tratado apenas como furto e passou a envolver a suspeita de registro falso de crime, que será analisada pela Polícia Civil. Motoneta teria sido usada por duas pessoas para trabalho Segundo o relato colhido pela Polícia Militar, os dois envolvidos dividiam o uso da Honda Biz para trabalhar. A motoneta, no entanto, teria se envolvido em um acidente de trânsito em outubro de 2025. Após o acidente, o veículo ficou bastante danificado. Em seguida, um dos envolvidos comprou outra Honda Biz pelo valor de R$ 2 mil. Ele teria usado peças da motoneta original para remontar o novo veículo. Essa informação foi incluída na ocorrência e deverá ser verificada pela autoridade policial. A Polícia Civil poderá apurar a origem das peças, a documentação da motoneta, a venda posterior e a responsabilidade de cada pessoa no caso. Venda por R$ 3 mil teria motivado conflito Ainda conforme a Polícia Militar, a motoneta remontada foi vendida por R$ 3 mil em uma oficina da cidade. Parte do valor teria sido repassada ao proprietário da Biz original. No entanto, o dono do veículo teria ficado insatisfeito com a quantia recebida. Depois disso, segundo a PM, ele decidiu registrar um boletim de ocorrência falso por furto, mesmo sabendo que o crime não havia ocorrido. Esse ponto será central na investigação. A Polícia Civil deverá avaliar se houve comunicação falsa de crime ou outra conduta prevista em lei. Também deverá analisar se a venda do veículo ocorreu de forma regular. Envolvidos foram levados à delegacia Diante da confissão e das evidências encontradas durante as diligências, os dois envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil. A motoneta também foi apresentada à autoridade policial para as providências legais. Na delegacia, os policiais civis deverão formalizar os depoimentos, verificar a documentação do veículo e definir o enquadramento jurídico do caso. A autoridade policial também poderá ouvir outras pessoas, como responsáveis pela oficina onde a motoneta teria sido vendida. Até a conclusão da apuração, os envolvidos têm direito à defesa. As responsabilidades serão definidas com base nas provas, nos depoimentos e nos documentos apresentados. Falso boletim prejudica a segurança pública O caso reforça um alerta importante. Registrar uma ocorrência falsa mobiliza equipes policiais, consome tempo do serviço público e pode prejudicar o atendimento de crimes reais. Quando uma pessoa informa um crime inexistente, a polícia precisa deslocar equipes, consultar sistemas, realizar diligências e investigar suspeitos. Isso afeta a eficiência da segurança pública e pode gerar responsabilização criminal. A atuação da ALI e da equipe da Polícia Militar ajudou a esclarecer rapidamente a situação. Agora, a Polícia Civil dará continuidade ao procedimento e deverá definir as medidas cabíveis.
PM prende homem por invasão de domicílio e perseguição em Rio Verde

Mulher é protegida após caso de perseguição no Residencial Buritis, em Rio Verde A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem suspeito de invasão de domicílio e perseguição contra uma mulher no Residencial Buritis, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A ocorrência foi atendida por equipe do 2º Batalhão da Polícia Militar, após acionamento para verificar uma situação de violência contra a mulher. Segundo a PM, a equipe da viatura 8.15381, composta pelo 3º Sargento Denilton e pelo 3º Sargento Gomes, foi enviada ao local. Ao chegar, os policiais constataram os fatos denunciados e realizaram a prisão do autor. Homem é preso no Residencial Buritis De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, o suspeito foi preso em flagrante após a equipe verificar a denúncia no endereço informado. A ação garantiu a proteção da vítima e permitiu o restabelecimento da ordem no local. O caso envolve suspeita de invasão de domicílio e perseguição. Esses crimes podem ocorrer em contextos de intimidação, insistência indevida, aproximação não autorizada ou entrada em imóvel sem consentimento. Após a detenção, o homem foi encaminhado à autoridade policial competente. A Polícia Civil deverá adotar as medidas legais cabíveis e dar continuidade à apuração. Vítima recebeu proteção da Polícia Militar A vítima foi protegida durante a ocorrência. Esse ponto é essencial em casos de violência contra a mulher, pois a atuação rápida das forças de segurança pode evitar a repetição da conduta e reduzir o risco de agravamento. Em situações desse tipo, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Além disso, a vítima pode procurar a delegacia para registrar ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência, quando houver risco. As medidas protetivas podem incluir afastamento do suspeito, proibição de aproximação e impedimento de contato por telefone, mensagens ou redes sociais. A decisão cabe ao Judiciário, com base nas informações apresentadas no caso. Invasão de domicílio e perseguição são crimes graves A invasão de domicílio ocorre quando alguém entra ou permanece em residência alheia sem autorização. Já a perseguição, também conhecida como stalking, envolve conduta insistente que ameaça a liberdade, a segurança ou a tranquilidade da vítima. Quando esses fatos envolvem mulher em situação de vulnerabilidade ou contexto de violência doméstica, as autoridades podem adotar providências específicas. A Lei Maria da Penha permite mecanismos de proteção e resposta mais rápida em situações de risco. Ainda assim, o caso deve seguir sob investigação. O suspeito tem direito à defesa, e a responsabilização penal dependerá da análise da autoridade policial, do Ministério Público e da Justiça. Ação rápida ajuda a evitar novos episódios A prisão no Residencial Buritis reforça a importância do acionamento imediato da polícia em casos de ameaça, perseguição ou invasão. Muitas vezes, a vítima hesita em denunciar por medo, vergonha ou dependência emocional. Por isso, a rede de apoio tem papel importante. Familiares, vizinhos e amigos podem ajudar a acionar as autoridades e preservar a segurança da mulher até a chegada da equipe policial. A resposta rápida também demonstra a importância do patrulhamento ostensivo. Quando a PM chega ao local e constata a situação, a intervenção pode impedir que o caso avance para agressões ou danos mais graves. Caso segue para providências legais Após a prisão em flagrante, o autor foi levado à autoridade policial competente. A partir de agora, a Polícia Civil deve formalizar o procedimento, ouvir os envolvidos e avaliar as medidas cabíveis. O episódio entra para as estatísticas de ocorrências envolvendo violência contra a mulher em Rio Verde. Além da responsabilização individual, casos assim mostram a necessidade de prevenção, denúncia e proteção efetiva. A segurança da vítima deve seguir como prioridade. Ao mesmo tempo, a apuração deve garantir o devido processo legal, com análise técnica dos fatos e aplicação da lei conforme as provas reunidas.
PM prende suspeito de violência doméstica no Setor Primavera, em Rio Verde

Mulher foge para casa de vizinho após ameaças e agressões em Rio Verde A Polícia Militar prendeu em flagrante, na manhã de domingo (5), um homem suspeito de praticar violência doméstica contra a companheira no Setor Primavera, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A ocorrência foi atendida por equipe do 2º Batalhão da Polícia Militar, formada pelo Cabo Mêzencio e pelo Soldado D. Silva. Segundo a PM, a vítima, identificada pelas iniciais A.S., relatou que precisou fugir de casa após o companheiro, identificado como J.B.S., invadir o imóvel, tentar arrombar uma porta, ameaçá-la e agredi-la. Com medo, a mulher buscou abrigo na residência de um vizinho até a chegada dos policiais. PM prende suspeito no Setor Primavera Após ouvir o relato da vítima, os militares iniciaram diligências para localizar o suspeito. Pouco depois, a equipe encontrou o homem apontado como autor dos crimes e efetuou a prisão em flagrante. De acordo com a ocorrência, a ação rápida da PM ajudou a interromper a situação de risco. Em casos de violência doméstica, o tempo de resposta pode ser decisivo para proteger a vítima e evitar novas agressões. O suspeito foi conduzido à autoridade policial competente. A vítima também foi levada à delegacia para registrar formalmente os fatos e receber orientação sobre os procedimentos legais. Vítima pediu medidas protetivas Na delegacia, a mulher manifestou interesse em representar criminalmente contra o companheiro. Além disso, ela formalizou pedido de medidas protetivas de urgência. Essas medidas podem incluir afastamento do agressor do lar, proibição de aproximação, restrição de contato e outras determinações previstas na Lei Maria da Penha. A decisão cabe à Justiça, após análise do caso. O pedido de proteção é uma etapa importante para garantir mais segurança à vítima. Também permite que as autoridades acompanhem a situação e adotem providências caso o suspeito descumpra as determinações judiciais. Crimes envolvem ameaça, lesão e violência psicológica Conforme a Polícia Militar, a ocorrência envolve suspeita de lesão corporal, ameaça e violência psicológica no contexto de violência doméstica. Esses crimes são tratados com rigor pela legislação brasileira, especialmente quando ocorrem dentro de relações familiares ou afetivas. A violência psicológica pode incluir intimidação, humilhação, perseguição, controle, manipulação ou qualquer conduta que cause dano emocional à vítima. Já a ameaça ocorre quando o agressor promete causar mal injusto e grave. Ainda assim, o caso deve seguir sob apuração da Polícia Civil. O suspeito tem direito à defesa, e a responsabilidade penal será definida pelas autoridades competentes, conforme as provas reunidas. Abrigo em casa de vizinho ajudou a vítima O relato mostra a importância da rede de apoio em situações de risco. Ao buscar abrigo na casa de um vizinho, a vítima conseguiu se afastar do suspeito e aguardar a chegada da equipe policial. Em muitos casos, familiares, vizinhos e amigos têm papel essencial. Eles podem acionar a polícia, acolher a vítima e ajudar a romper o ciclo de violência. A orientação das autoridades é que casos de agressão, ameaça ou perseguição sejam comunicados imediatamente. Em situação de emergência, a vítima ou qualquer pessoa próxima pode ligar para o 190. Denúncia pode salvar vidas A prisão no Setor Primavera reforça a necessidade de atuação firme contra a violência doméstica. Esse tipo de crime afeta a segurança da vítima, desestrutura famílias e exige resposta rápida do poder público. Além da ação policial, o enfrentamento passa por denúncia, proteção judicial, acompanhamento social e responsabilização do agressor quando houver comprovação dos fatos. O caso agora segue para as providências legais. A Polícia Civil deverá dar continuidade à apuração, enquanto a Justiça analisará o pedido de medidas protetivas feito pela vítima. Veja o vídeo aqui
Forte Multimarcas se destaca em Rio Verde com média de 40 veículos vendidos por mês

Loja de veículos em Rio Verde aposta em atendimento e crédito para crescer no mercado A Forte Multimarcas, empresa do setor automotivo em Rio Verde, vem chamando atenção pelo desempenho comercial e pela estratégia de atendimento adotada junto aos clientes. Segundo informações da própria empresa, a loja mantém média aproximada de 40 veículos comercializados por mês, resultado que reforça sua presença entre as referências do segmento multimarcas no município. O desempenho ocorre em um mercado competitivo, no qual consumidores buscam não apenas preço, mas também segurança na negociação, procedência dos veículos, facilidade de crédito e suporte após a compra. Nesse cenário, a empresa aposta em relacionamento e transparência como diferenciais para conquistar e fidelizar clientes. Forte Multimarcas aposta em atendimento personalizado De acordo com informações repassadas pela empresa, o modelo de atendimento é um dos principais pilares do crescimento. A equipe acompanha o cliente desde o primeiro contato até a finalização da compra, buscando entender o perfil, a necessidade e a capacidade financeira de cada comprador. A proposta é evitar uma negociação padronizada e oferecer soluções mais adequadas para cada caso. Esse tipo de abordagem tem ganhado importância no mercado automotivo, especialmente porque a compra de um veículo representa uma decisão financeira relevante para muitas famílias. Além da escolha do carro, o consumidor normalmente avalia parcelas, entrada, documentação, taxas, garantia, histórico do veículo e segurança jurídica da transação. Por isso, a clareza nas informações é um ponto decisivo para gerar confiança. Crédito é diferencial na compra de veículos Outro fator destacado pela Forte Multimarcas é a estrutura de crédito oferecida durante o processo de compra. A empresa afirma trabalhar em parceria com instituições financeiras, com destaque para o Banco C6, ampliando as possibilidades de aprovação e buscando condições compatíveis com a realidade de cada cliente. Em um ambiente de juros elevados e orçamento familiar pressionado, o financiamento continua sendo uma etapa determinante na venda de veículos. Muitas negociações dependem da análise de crédito, do valor de entrada, do prazo de pagamento e da taxa final oferecida ao comprador. Segundo a empresa, o objetivo é facilitar o acesso ao veículo próprio sem abrir mão da responsabilidade financeira. A proposta é apresentar alternativas possíveis, sempre considerando o perfil do cliente e a viabilidade da operação. Pós-venda fortalece reputação da empresa A Forte Multimarcas também atribui parte de sua reputação ao suporte oferecido após a entrega do veículo. Segundo relatos de clientes informados pela empresa, o acompanhamento durante toda a negociação e a atenção aos detalhes têm contribuído para a imagem positiva da loja em Rio Verde. No setor automotivo, o pós-venda é um ponto estratégico. O relacionamento não termina na assinatura do contrato ou na entrega das chaves. Dúvidas sobre documentação, transferência, garantia, manutenção inicial e orientações gerais podem influenciar diretamente a satisfação do consumidor. Empresas que mantêm contato próximo após a venda tendem a gerar indicações espontâneas, retorno de clientes e maior credibilidade no mercado local. Mercado automotivo exige confiança e transparência Comprar um veículo seminovo ou usado exige cuidado. O consumidor precisa verificar procedência, documentação, conservação, histórico de manutenção e condições do financiamento. Por isso, lojas que investem em transparência e organização comercial tendem a se destacar em cidades com mercado aquecido. Em Rio Verde, o crescimento econômico, a força do agronegócio, o comércio ativo e a demanda por mobilidade mantêm o setor automotivo relevante. Veículos são utilizados tanto para uso familiar quanto para trabalho, deslocamento urbano e atividades profissionais. Nesse contexto, a atuação de empresas multimarcas tem papel importante ao oferecer variedade de modelos, marcas, faixas de preço e possibilidades de negociação. Empresa mira crescimento com foco no cliente Com média informada de aproximadamente 40 veículos vendidos por mês, a Forte Multimarcas busca consolidar sua marca em Rio Verde por meio de atendimento próximo, soluções financeiras e relacionamento de longo prazo com o consumidor. A empresa afirma que seu compromisso é ajudar clientes a realizar o sonho do veículo próprio, mantendo atenção à transparência, agilidade e suporte durante o processo de compra. O desempenho relatado mostra que, mesmo em um setor desafiador, negócios locais podem crescer quando combinam estoque competitivo, crédito estruturado, credibilidade e atendimento eficiente. Para o consumidor, o resultado esperado é uma compra mais segura, planejada e adequada à realidade financeira de cada família.
Motociclista morre após acidente com caminhonete em Rio Verde; motorista é preso por embriaguez

Jovem de 28 anos morre após colisão em cruzamento no Bairro Martins, em Rio Verde Um motociclista de 28 anos morreu após um grave acidente de trânsito registrado na noite desta segunda-feira (29), no cruzamento das ruas Otoniel da Cunha e Vitória, no Bairro Martins, em Rio Verde. A vítima conduzia uma motocicleta pela via preferencial quando foi atingida transversalmente por uma caminhonete, segundo informações da Polícia Militar. O motorista da caminhonete foi preso ainda no local após realizar o teste do etilômetro. Conforme a PM, o equipamento apontou 0,54 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice que caracteriza crime de trânsito. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Rio Verde. Motociclista morre após colisão no Bairro Martins De acordo com a ocorrência, a caminhonete seguia pela Rua Otoniel da Cunha, no sentido Avenida Pauzanes/Bairro Veneza. Ao chegar ao cruzamento com a Rua Vitória, o condutor teria avançado a sinalização de parada obrigatória. A motocicleta trafegava pela via preferencial, no sentido Céu Azul/Bairro Popular, quando foi atingida pela caminhonete. Com o impacto, o motociclista foi lançado ao solo e sofreu ferimentos graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram socorro à vítima. O jovem foi encaminhado em estado gravíssimo ao Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso), mas não resistiu aos ferimentos. Motorista foi preso após teste do bafômetro Ainda no local do acidente, o motorista da caminhonete foi submetido ao teste do bafômetro. Segundo a Polícia Militar, o resultado de 0,54 mg/L confirmou a presença de álcool acima do limite criminal previsto para condução de veículo automotor. Diante do resultado, os policiais deram voz de prisão ao condutor, que foi levado à Central de Flagrantes. A partir de agora, a Polícia Civil deverá formalizar os procedimentos cabíveis e analisar as circunstâncias da colisão. O caso poderá envolver responsabilização criminal conforme o andamento da investigação, a análise pericial, os depoimentos e demais elementos reunidos pelas autoridades. Polícia Civil e perícia foram acionadas Devido à gravidade da ocorrência, a Polícia Civil e a Polícia Científica foram chamadas para realizar a perícia no local e nos veículos envolvidos. O trabalho pericial deve ajudar a esclarecer a dinâmica do acidente, incluindo posição dos veículos, ponto de impacto, sinalização, marcas na via e demais evidências. Os veículos foram apreendidos e removidos ao pátio da Agência Municipal de Mobilidade e Trânsito (AMT). Essa medida é comum em ocorrências com vítima grave ou morte, especialmente quando há necessidade de exame técnico. A perícia será uma etapa importante para confirmar as informações iniciais e subsidiar a investigação conduzida pela autoridade policial. Testemunhas relataram movimentação após a colisão Durante a ocorrência, testemunhas disseram aos policiais que uma mulher teria conduzido a caminhonete após a batida. O motorista, no entanto, afirmou que era ele quem dirigia no momento do acidente e declarou que apenas pediu para a esposa estacionar o veículo nas proximidades depois da colisão. Segundo a Polícia Militar, a mulher apresentava sinais de embriaguez e deixou o local antes de ser abordada. Essa informação também deverá ser apurada pela Polícia Civil, que poderá ouvir testemunhas e verificar a participação de cada pessoa na ocorrência. Até a conclusão da investigação, a versão apresentada pelo motorista e os relatos das testemunhas deverão ser confrontados com imagens, perícia e demais provas disponíveis. Caso reacende alerta sobre álcool ao volante A morte do motociclista reforça a gravidade da combinação entre álcool e direção. Acidentes em cruzamentos costumam ter alto potencial de risco, especialmente quando envolvem motocicletas, veículos mais vulneráveis em colisões laterais ou transversais. O respeito à sinalização de parada obrigatória é uma regra básica de segurança viária. Avançar uma placa de pare, ainda mais sob suspeita de embriaguez, aumenta drasticamente o risco de tragédias. Para a população, o caso deixa um alerta direto: dirigir após consumir bebida alcoólica coloca vidas em risco e pode transformar uma infração em crime com consequências irreversíveis. A responsabilidade no trânsito depende de fiscalização, educação, punição quando cabível e, sobretudo, consciência individual.
PM prende suspeito de tráfico com crack na Feira Coberta da Vila Amália, em Rio Verde

Suspeito é preso com crack fracionado para venda na Vila Amália, em Rio Verde A Polícia Militar de Rio Verde prendeu, na noite de domingo (28), um homem suspeito de tráfico de drogas nas proximidades da Feira Coberta da Vila Amália, região que, segundo a corporação, é alvo recorrente de denúncias relacionadas à venda de entorpecentes e à prática de crimes patrimoniais. A abordagem foi realizada durante patrulhamento intensificado feito pelos policiais militares Cb Mezêncio e Cb De Jesus. De acordo com as informações da ocorrência, usuários de drogas teriam repassado aos militares que um homem identificado pelas iniciais W.O.A. estaria comercializando pedras de crack no local. Ainda conforme o relato, o suspeito usaria áreas de vegetação próximas para esconder parte do entorpecente e dificultar a localização do material durante possíveis abordagens policiais. PM prende suspeito de tráfico na Vila Amália Com base nas informações recebidas, a equipe policial intensificou as buscas na região da Feira Coberta da Vila Amália e conseguiu localizar o suspeito. Durante a abordagem, os militares encontraram uma pedra de crack escondida na boca do homem, segundo a Polícia Militar. A partir da localização inicial da droga, os policiais realizaram entrevista com o abordado. Conforme a ocorrência, ele teria admitido que passou a comercializar entorpecentes por estar desempregado e indicou o ponto onde mantinha o restante do material escondido. A confissão relatada pela equipe policial deverá ser analisada pela autoridade competente dentro do procedimento legal. Até decisão da Justiça, o preso deve ser tratado conforme as garantias do devido processo legal. Crack estava escondido em área de vegetação Durante as buscas no local indicado, os policiais encontraram aproximadamente 10 gramas de crack, parte já fracionada em porções menores. Segundo a PM, a forma de acondicionamento indicava que o entorpecente estaria pronto para comercialização. Além da droga, foram apreendidos R$ 43,00 em dinheiro e um aparelho celular que, conforme a ocorrência, era utilizado pelo suspeito. Todo o material foi recolhido e encaminhado para a Delegacia de Polícia, onde ficará à disposição da investigação. A prática de esconder drogas em terrenos, matas, calçadas ou pontos próximos à movimentação de usuários é uma estratégia frequentemente identificada pelas forças de segurança em áreas com denúncias de tráfico. O objetivo costuma ser reduzir a quantidade de entorpecente em posse direta do suspeito no momento da abordagem. Região é alvo de denúncias recorrentes A área da Feira Coberta da Vila Amália já vinha sendo monitorada pela Polícia Militar em razão de reclamações da população e denúncias relacionadas ao tráfico de drogas. Segundo a corporação, a presença de usuários e suspeitos de venda de entorpecentes também pode estar associada a crimes patrimoniais, como furtos e roubos nas imediações. Para moradores e comerciantes, a presença ostensiva da polícia é considerada importante para reduzir a sensação de insegurança. O combate ao tráfico em espaços públicos também tem impacto direto na ordem urbana, na circulação de famílias e na proteção de trabalhadores que dependem da região. A atuação policial em pontos de maior vulnerabilidade é uma das estratégias usadas para coibir pequenos focos de venda de drogas e evitar que esses locais se consolidem como áreas dominadas pela criminalidade. Suspeito tinha passagens criminais Levantamentos realizados nos sistemas de segurança pública apontaram que W.O.A. possui passagens criminais por lesão corporal, injúria, ameaça e furto. Segundo a Polícia Militar, ele também já havia sido localizado e capturado anteriormente na condição de foragido da Justiça. O histórico criminal informado pela corporação foi incluído na ocorrência e poderá ser considerado pelas autoridades responsáveis pela apuração. Ainda assim, cada fato deve ser analisado individualmente, com respeito ao direito de defesa e à presunção de inocência em relação a processos ainda não concluídos. Autor foi levado para a delegacia Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Rio Verde, juntamente com o crack apreendido, o dinheiro e o aparelho celular. A partir de agora, o caso seguirá sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá adotar as providências cabíveis, formalizar o flagrante e avaliar eventuais desdobramentos da investigação. A ação reforça o trabalho de patrulhamento em áreas com maior incidência de denúncias e mostra a importância da participação da população no repasse de informações às forças de segurança. Para a comunidade, o enfrentamento ao tráfico é uma medida essencial para preservar a ordem, reduzir crimes associados e garantir mais tranquilidade aos moradores.
PRF e GCM apreendem 7,5 toneladas de maconha na BR-060, em Rio Verde

Droga escondida em carga de MDF é apreendida em operação conjunta na BR-060 A apreensão ocorreu na noite desta terça-feira (23), no km 390 da BR-060, em Rio Verde. A droga estava oculta em compartimentos falsos em uma carga de MDF, segundo a PRF. A Polícia Rodoviária Federal e a Guarda Civil Municipal de Rio Verde apreenderam aproximadamente 7,5 toneladas de maconha durante uma fiscalização realizada na noite desta terça-feira (23), no km 390 da BR-060, em Rio Verde. A droga estava escondida em uma carga de MDF transportada por um caminhão abordado após análise de risco feita pelas equipes. De acordo com as informações da ocorrência, o caminhão foi parado durante fiscalização na rodovia. O motorista, de 44 anos, afirmou inicialmente que havia saído de Joinville, em Santa Catarina, transportando uma carga de MDF. No entanto, durante a entrevista policial, os agentes perceberam inconsistências nas informações apresentadas. PRF e GCM apreendem maconha na BR-060 Segundo a PRF, o condutor apresentou versões contraditórias sobre o destino da carga e não conseguiu informar com precisão onde realizaria o descarregamento. A postura do motorista, somada às divergências no relato, levantou suspeita das equipes. Diante da situação, os policiais solicitaram apoio do Canil da Guarda Civil Municipal de Rio Verde. Durante a inspeção, o cão farejador indicou possível presença de entorpecentes em parte da carga transportada. A partir da sinalização, os agentes realizaram uma vistoria mais detalhada. Após o descarregamento dos materiais, foram localizadas estruturas ocultas usadas para esconder os tabletes de maconha. Droga estava escondida em carga de MDF Conforme a ocorrência, a droga estava camuflada em compartimentos falsos dentro da carga de MDF. Ao todo, os agentes encontraram seis estruturas ocultas usadas para transportar o entorpecente. A forma como a carga foi preparada chamou a atenção das equipes pela tentativa de simular transporte regular de mercadoria. A investigação deverá apurar quem organizou o carregamento, qual seria o destino final da droga e se outras pessoas participaram da logística criminosa. O caminhão, a carga e o material apreendido foram encaminhados para os procedimentos legais. A droga deverá passar por pesagem e análise oficial, conforme os trâmites da Polícia Civil e da perícia competente. Motorista foi preso em flagrante O motorista recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à Polícia Civil de Rio Verde, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial. A partir de agora, a investigação deverá avaliar o grau de participação do condutor, a origem do carregamento, possíveis contatos, rotas utilizadas e eventual envolvimento de uma organização criminosa. Embora tenha sido preso em flagrante, o motorista deve ser tratado como suspeito até decisão definitiva da Justiça, com direito à defesa e ao devido processo legal. Apreensão reforça combate ao tráfico em Goiás Segundo a PRF, com esta ocorrência, o volume de maconha apreendido nas rodovias federais de Goiás em 2026 chega a aproximadamente 12 toneladas. O total já supera os números registrados individualmente nos anos de 2023, 2024 e 2025. A apreensão em Rio Verde reforça a importância da fiscalização em corredores rodoviários estratégicos. A BR-060 é uma rota relevante para o transporte de cargas e também exige atenção constante das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas. Operações como essa impactam diretamente a estrutura financeira do crime organizado. Grandes carregamentos de entorpecentes representam abastecimento para redes de distribuição, pontos de venda e outras atividades criminosas associadas. A ação conjunta entre PRF e GCM também mostra a importância da integração entre forças de segurança. O trabalho coordenado, com análise de risco, abordagem técnica e apoio do canil, foi determinante para localizar a droga e impedir que o carregamento chegasse ao destino final.
Equatorial leva mutirão a Rio Verde com troca de lâmpadas e sorteio de ventiladores

Rio Verde recebe mutirão da Equatorial com serviços gratuitos no CRAS do Santa Cruz II A Equatorial Goiás inicia nesta terça-feira (23), em Rio Verde, mais uma edição do Mutirão Pelo Cliente Todo Dia. A ação será realizada no CRAS do Bairro Santa Cruz II e seguirá até quinta-feira (25), oferecendo serviços gratuitos à população, com foco em economia de energia, orientação social e qualificação profissional. Entre os principais atendimentos estão a troca gratuita de lâmpadas antigas por modelos de LED, o cadastro para sorteio de 20 ventiladores novos e a oferta de um curso profissionalizante gratuito de tranças nagô. A iniciativa busca aproximar a concessionária dos moradores e facilitar o acesso a benefícios ligados ao consumo consciente de energia elétrica. Mutirão da Equatorial em Rio Verde O Mutirão Pelo Cliente Todo Dia chega a Rio Verde com uma programação voltada especialmente para famílias inscritas em programas sociais e consumidores que buscam reduzir gastos na conta de energia. A troca de lâmpadas é uma das ações mais procuradas. Moradores poderão substituir lâmpadas antigas por unidades de LED, que consomem menos energia e têm maior durabilidade. Cada participante poderá trocar até 10 lâmpadas, mediante apresentação da conta de energia e entrega das lâmpadas usadas. A medida tem impacto direto no orçamento doméstico. Em períodos de temperaturas mais altas e maior uso de ventiladores, geladeiras e outros equipamentos, pequenas mudanças no consumo podem ajudar a reduzir despesas mensais. Sorteio de ventiladores terá critérios de participação Além da troca de lâmpadas, a Equatorial fará o cadastro de moradores interessados em participar do sorteio de 20 ventiladores novos. O sorteio será realizado na quinta-feira (25), no próprio CRAS do Bairro Santa Cruz II, e a entrega dos equipamentos aos contemplados está prevista para sexta-feira (26). Para participar, é necessário ser titular da conta de energia ou comprovar residência no endereço cadastrado. Também é preciso estar inscrito no CadÚnico ou no programa Baixa Renda, manter as contas em dia e possuir um ventilador antigo em funcionamento para realizar a troca. A exigência de entrega de um equipamento antigo busca estimular a substituição por aparelhos mais eficientes, contribuindo para a economia de energia e para mais conforto dentro das residências. Curso gratuito de tranças nagô terá 30 vagas A programação também inclui um curso profissionalizante gratuito de tranças nagô, com 30 vagas disponíveis para moradores maiores de 16 anos. A capacitação oferece uma oportunidade de qualificação rápida e pode ajudar participantes a gerar renda extra ou iniciar uma nova atividade profissional. Cursos desse tipo têm importância social porque unem formação prática, incentivo ao empreendedorismo e valorização de habilidades manuais. Para muitas famílias, a qualificação gratuita pode representar o primeiro passo para uma nova fonte de renda. A oferta do curso dentro do mutirão amplia o alcance da ação, que não fica restrita ao atendimento comercial da concessionária, mas também contribui para o desenvolvimento social da comunidade. Orientações sobre Tarifa Social e benefícios Durante o mutirão, os moradores também poderão receber orientações sobre a Tarifa Social, Desconto Social e outros serviços relacionados ao fornecimento de energia elétrica. Esses atendimentos são importantes porque muitas famílias têm direito a benefícios, mas ainda não sabem como regularizar o cadastro ou quais documentos apresentar. A Tarifa Social pode representar alívio no orçamento de famílias de baixa renda, especialmente em casas onde a energia elétrica pesa no fim do mês. Por isso, a presença da concessionária em bairros e unidades de assistência social facilita o acesso à informação e reduz barreiras burocráticas. Ação aproxima serviços da comunidade A realização do mutirão no CRAS do Bairro Santa Cruz II reforça a importância de levar serviços públicos e privados para perto da população. Em vez de exigir que o morador se desloque até canais tradicionais de atendimento, a ação concentra orientações, cadastros e benefícios em um espaço já conhecido pela comunidade. Para Rio Verde, iniciativas como essa contribuem para o consumo mais eficiente de energia, redução de custos domésticos e acesso a oportunidades de capacitação. A população interessada deve comparecer ao CRAS durante o período da ação, levando a conta de energia, lâmpadas antigas e demais documentos que possam ser solicitados para cada serviço.
Jovem é preso suspeito de matar padrasto a facadas no Bairro Popular, em Rio Verde

GCM prende jovem de 18 anos após morte do padrasto em Rio Verde Um jovem de 18 anos foi preso suspeito de matar o padrasto, de 43 anos, durante a madrugada desta segunda-feira (22), nas proximidades da Praça do Bairro Popular, em Rio Verde. A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu. O suspeito foi localizado e detido pela Guarda Civil Municipal. Segundo a GCM, as equipes foram acionadas pela Central de Operações para atender, inicialmente, uma ocorrência de tentativa de homicídio. Ao chegarem ao local, os agentes receberam informações de uma testemunha, que relatou ter visto o momento em que o jovem atacou o padrasto e fugiu em seguida. Jovem é preso após morte do padrasto em Rio Verde Após o atendimento inicial, a vítima foi encaminhada para uma unidade hospitalar. Pouco depois, a morte foi confirmada. Com a atualização da ocorrência, as equipes da Guarda Civil Municipal iniciaram diligências para localizar o suspeito. A ação contou com apoio de outras viaturas. Durante as buscas, o jovem foi encontrado e abordado pelos agentes. Conforme a GCM, ele confessou o crime durante a abordagem e foi encaminhado à autoridade policial. O caso foi registrado como homicídio consumado, com base no artigo 121 do Código Penal. A partir de agora, caberá à Polícia Civil dar sequência à investigação, reunir provas, ouvir testemunhas e formalizar os elementos do inquérito. Crime ocorreu nas proximidades da Praça do Bairro Popular A ocorrência foi registrada nas imediações da Praça do Bairro Popular, ponto conhecido da região. De acordo com as informações repassadas à Guarda Civil Municipal, o ataque aconteceu durante a madrugada. A testemunha ouvida no local relatou que presenciou a ação e informou aos agentes as características do suspeito. Essas informações foram importantes para orientar as diligências e permitir a localização do jovem pouco tempo depois. A arma utilizada no crime não foi encontrada. Segundo a versão apresentada pelo suspeito aos agentes, ele teria descartado o objeto durante a fuga. As equipes realizaram buscas, mas não conseguiram localizar a faca. Suspeito alegou histórico de violência doméstica contra a mãe De acordo com a versão apresentada pelo jovem à GCM, sua mãe vivia uma situação recorrente de violência doméstica. Ele afirmou ainda que, durante uma discussão, teria sido agredido pelo padrasto. Ainda segundo o relato, após a discussão, o suspeito teria retornado à residência, pegado uma faca e perseguido a vítima. A dinâmica exata do crime será apurada pela Polícia Civil. A alegação de violência doméstica deverá ser investigada com cautela. A apuração poderá verificar se havia boletins de ocorrência anteriores, medidas protetivas, relatos de familiares, testemunhas ou registros que confirmem histórico de agressões no ambiente familiar. Investigação deve esclarecer motivação e circunstâncias Embora o suspeito tenha confessado o crime aos agentes, a investigação ainda precisa esclarecer todas as circunstâncias da morte. A Polícia Civil deverá analisar a sequência dos fatos, o contexto familiar, os relatos de testemunhas e os laudos periciais. Também será necessário verificar se houve legítima defesa, vingança, reação imediata ou outra circunstância juridicamente relevante. Essa definição caberá às autoridades responsáveis pela investigação e, posteriormente, ao Poder Judiciário. Até decisão definitiva, o jovem deve ser tratado como suspeito, com direito à defesa, contraditório e devido processo legal. Caso reforça alerta sobre violência dentro de casa A morte no Bairro Popular chama atenção para o impacto da violência doméstica e dos conflitos familiares quando não há intervenção adequada a tempo. Situações de ameaça, agressão ou medo dentro de casa precisam ser comunicadas às autoridades para evitar agravamentos. A Lei Maria da Penha prevê mecanismos de proteção para mulheres em situação de violência, incluindo medidas protetivas, afastamento do agressor e acompanhamento pela rede de apoio. Denúncias podem ser feitas pelo 190, em casos de emergência, ou pelos canais oficiais de proteção à mulher. O caso segue sob investigação. Novas informações poderão esclarecer a motivação, o histórico familiar e os próximos passos legais após a prisão do suspeito.