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DEAM de Rio Verde leva Agosto Lilás a trabalhadores da construção civil

PCGO leva prevenção à violência contra a mulher para canteiros de obras em Rio Verde A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Verde, realizou nos dias 19 e 26 de agosto ações educativas com trabalhadores da construção civil como parte da programação do Agosto Lilás. Segundo informações divulgadas pela corporação, as atividades ocorreram nos canteiros das obras Ecovilla e Campos Altos, da Construtora Realiza. A iniciativa teve como foco um público majoritariamente masculino e buscou ampliar a prevenção à violência contra a mulher para além das delegacias e dos serviços especializados. A proposta foi abordar comportamentos que podem anteceder situações mais graves e estimular a responsabilidade dos homens na construção de relações baseadas no respeito. A estratégia reforça uma frente preventiva da segurança pública: além de investigar crimes e responsabilizar autores, instituições policiais também podem atuar na conscientização e na identificação precoce de comportamentos abusivos. Agosto Lilás chega aos canteiros de obras de Rio Verde Durante os encontros, representantes da DEAM apresentaram aos trabalhadores diferentes manifestações de violência doméstica e familiar, entre elas as violências física, psicológica, moral, patrimonial e sexual. A Lei Maria da Penha define como violência psicológica, por exemplo, condutas capazes de provocar dano emocional, diminuir a autoestima ou controlar decisões e comportamentos por meio de ameaças, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento e vigilância constante. A legislação também protege a mulher contra agressões físicas, violência sexual, ataques à honra e formas de controle ou destruição de seu patrimônio. Em 2026, a legislação foi novamente ampliada. A Lei nº 15.384 incluiu expressamente a violência vicária, praticada contra filhos, familiares, dependentes ou integrantes da rede de apoio de uma mulher com a finalidade de atingi-la. Com a alteração, materiais federais de orientação passaram a apresentar seis formas de violência doméstica e familiar. DEAM alerta para sinais que podem anteceder agressões Outro ponto abordado nas palestras foi a chamada escalada da violência. Segundo a PCGO, os participantes foram orientados a observar situações que podem começar de maneira aparentemente menos grave, como ciúmes excessivos, tentativas de controlar roupas, amizades, dinheiro, deslocamentos ou contatos da companheira. Esses comportamentos podem evoluir para humilhações, ameaças, isolamento e outras formas de violência psicológica, chegando, em determinados casos, a agressões físicas. A informação preventiva é relevante porque a violência doméstica nem sempre se inicia com uma agressão corporal. Reconhecer os primeiros sinais pode permitir que a vítima, familiares ou pessoas próximas procurem ajuda antes do agravamento da situação. As palestras também trataram das consequências jurídicas, sociais e emocionais da violência e destacaram a necessidade de romper a tolerância com práticas abusivas dentro das relações familiares. Participação dos homens é destacada na prevenção Ao levar o debate diretamente a ambientes profissionais com forte presença masculina, a DEAM busca envolver os homens de forma ativa na prevenção. A abordagem parte do entendimento de que o enfrentamento da violência não deve ficar restrito às mulheres que procuram ajuda depois de uma agressão. Prevenir também significa discutir limites, respeito, responsabilidade individual e formas adequadas de resolver conflitos. A presença da Polícia Civil em empresas e locais de trabalho também aproxima os serviços de segurança da comunidade e amplia o alcance das orientações sobre a Lei Maria da Penha. Instituído nacionalmente pela Lei nº 14.448, de 2022, o Agosto Lilás é dedicado à conscientização para o fim da violência contra a mulher. A campanha prevê iniciativas educativas e de informação ao longo do mês. Em 2026, a mobilização ocorre no ano em que a Lei Maria da Penha completa duas décadas de vigência. A legislação, sancionada em 7 de agosto de 2006, criou instrumentos de prevenção, assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. PCGO reforça atuação preventiva em Rio Verde Com as atividades realizadas nos dois canteiros, a DEAM reforça que a atuação policial não se limita à repressão depois da prática de um crime. A prevenção e a orientação também integram o esforço para interromper ciclos de violência e reduzir riscos. Mulheres que precisam de orientação ou desejam denunciar uma situação de violência podem procurar a Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180, serviço gratuito e disponível 24 horas por dia. Em situações de violência em andamento ou emergência, a orientação oficial é acionar a Polícia Militar pelo 190. A continuidade de ações em empresas, escolas e outros espaços da sociedade pode ampliar o conhecimento sobre comportamentos abusivos e fortalecer uma resposta conjunta entre famílias, setor produtivo e poder público na prevenção da violência contra a mulher.

PM prende homem por invasão de domicílio e perseguição em Rio Verde

Mulher é protegida após caso de perseguição no Residencial Buritis, em Rio Verde A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem suspeito de invasão de domicílio e perseguição contra uma mulher no Residencial Buritis, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A ocorrência foi atendida por equipe do 2º Batalhão da Polícia Militar, após acionamento para verificar uma situação de violência contra a mulher. Segundo a PM, a equipe da viatura 8.15381, composta pelo 3º Sargento Denilton e pelo 3º Sargento Gomes, foi enviada ao local. Ao chegar, os policiais constataram os fatos denunciados e realizaram a prisão do autor. Homem é preso no Residencial Buritis De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, o suspeito foi preso em flagrante após a equipe verificar a denúncia no endereço informado. A ação garantiu a proteção da vítima e permitiu o restabelecimento da ordem no local. O caso envolve suspeita de invasão de domicílio e perseguição. Esses crimes podem ocorrer em contextos de intimidação, insistência indevida, aproximação não autorizada ou entrada em imóvel sem consentimento. Após a detenção, o homem foi encaminhado à autoridade policial competente. A Polícia Civil deverá adotar as medidas legais cabíveis e dar continuidade à apuração. Vítima recebeu proteção da Polícia Militar A vítima foi protegida durante a ocorrência. Esse ponto é essencial em casos de violência contra a mulher, pois a atuação rápida das forças de segurança pode evitar a repetição da conduta e reduzir o risco de agravamento. Em situações desse tipo, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Além disso, a vítima pode procurar a delegacia para registrar ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência, quando houver risco. As medidas protetivas podem incluir afastamento do suspeito, proibição de aproximação e impedimento de contato por telefone, mensagens ou redes sociais. A decisão cabe ao Judiciário, com base nas informações apresentadas no caso. Invasão de domicílio e perseguição são crimes graves A invasão de domicílio ocorre quando alguém entra ou permanece em residência alheia sem autorização. Já a perseguição, também conhecida como stalking, envolve conduta insistente que ameaça a liberdade, a segurança ou a tranquilidade da vítima. Quando esses fatos envolvem mulher em situação de vulnerabilidade ou contexto de violência doméstica, as autoridades podem adotar providências específicas. A Lei Maria da Penha permite mecanismos de proteção e resposta mais rápida em situações de risco. Ainda assim, o caso deve seguir sob investigação. O suspeito tem direito à defesa, e a responsabilização penal dependerá da análise da autoridade policial, do Ministério Público e da Justiça. Ação rápida ajuda a evitar novos episódios A prisão no Residencial Buritis reforça a importância do acionamento imediato da polícia em casos de ameaça, perseguição ou invasão. Muitas vezes, a vítima hesita em denunciar por medo, vergonha ou dependência emocional. Por isso, a rede de apoio tem papel importante. Familiares, vizinhos e amigos podem ajudar a acionar as autoridades e preservar a segurança da mulher até a chegada da equipe policial. A resposta rápida também demonstra a importância do patrulhamento ostensivo. Quando a PM chega ao local e constata a situação, a intervenção pode impedir que o caso avance para agressões ou danos mais graves. Caso segue para providências legais Após a prisão em flagrante, o autor foi levado à autoridade policial competente. A partir de agora, a Polícia Civil deve formalizar o procedimento, ouvir os envolvidos e avaliar as medidas cabíveis. O episódio entra para as estatísticas de ocorrências envolvendo violência contra a mulher em Rio Verde. Além da responsabilização individual, casos assim mostram a necessidade de prevenção, denúncia e proteção efetiva. A segurança da vítima deve seguir como prioridade. Ao mesmo tempo, a apuração deve garantir o devido processo legal, com análise técnica dos fatos e aplicação da lei conforme as provas reunidas.

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