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GoiásFomento lança IA para aprovar crédito em até 24 horas

ZAIA promete acelerar análise de crédito para pequenos negócios em Goiás A GoiásFomento passou a contar com uma nova ferramenta de inteligência artificial para acelerar a análise de pedidos de crédito no Estado. Batizada de ZAIA, a tecnologia promete reduzir para até 24 horas o tempo de resposta aos empreendedores, pequenos empresários, feirantes e agricultores familiares que buscam financiamento junto à instituição. Antes, segundo informações da GoiásFomento, a avaliação podia levar até duas semanas. Esse prazo gerava ansiedade para quem dependia do crédito para comprar mercadorias, investir em equipamentos, reforçar o caixa, ampliar produção ou manter atividades em funcionamento. ZAIA promete acelerar crédito em Goiás A chegada da ZAIA representa uma tentativa de modernizar o processo de concessão de crédito público em Goiás. A proposta é usar inteligência artificial para reunir, organizar e analisar informações financeiras e cadastrais dos solicitantes de forma mais rápida. Com isso, a instituição espera reduzir gargalos internos e dar respostas mais ágeis aos pedidos. Para pequenos negócios, tempo é um fator decisivo. Muitas vezes, uma oportunidade de compra, venda ou expansão depende de crédito disponível no momento certo. A redução do prazo de análise também pode melhorar a relação entre o empreendedor e o serviço público. Quando a resposta demora, o empresário perde previsibilidade. Além disso, pode recorrer a alternativas mais caras no mercado financeiro tradicional. Aprovação pode triplicar, diz presidente da GoiásFomento Segundo o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar, a expectativa é que a nova tecnologia triplique a taxa de aprovação dos pedidos de crédito. Atualmente, esse índice estaria em torno de 12%. A análise passará a considerar uma matriz multifatorial. Na prática, isso significa que a decisão não deve depender de um único dado, mas de um conjunto mais amplo de informações sobre o perfil do solicitante. Esse modelo pode permitir avaliações mais precisas e ajustadas à realidade de cada empreendedor. Assim, um pequeno comerciante, um feirante, um agricultor familiar ou um microempreendedor individual poderão ter seus dados analisados de maneira mais compatível com a atividade que exercem. Pequenos negócios podem ser os maiores beneficiados O público-alvo da iniciativa é formado principalmente por quem costuma enfrentar mais dificuldade para acessar crédito. Microempreendedores, produtores familiares e pequenos empresários nem sempre possuem garantias robustas, histórico bancário amplo ou documentação financeira organizada. Por isso, uma análise mais moderna pode ajudar a separar melhor risco real de falta de formalização. Esse ponto é importante para evitar que bons pagadores fiquem fora do sistema por critérios rígidos demais. O crédito produtivo, quando bem direcionado, pode gerar emprego, renda e circulação econômica nos municípios. Em cidades do interior, pequenos financiamentos ajudam a movimentar comércio, serviços, feiras, agricultura familiar e atividades locais. Inteligência artificial exige transparência Apesar do potencial, o uso de inteligência artificial em crédito público também exige cuidado. A tecnologia precisa operar com critérios claros, segurança de dados e supervisão humana. Decisões automatizadas podem ganhar velocidade, mas não devem eliminar o direito do cidadão de entender o motivo de uma negativa. Por isso, é essencial que a GoiásFomento mantenha canais de recurso, revisão e atendimento presencial ou digital para quem tiver dúvidas. Outro ponto importante é a proteção de dados pessoais. Como a análise envolve informações financeiras e cadastrais, o sistema deve seguir regras de segurança, privacidade e responsabilidade no tratamento dos dados dos solicitantes. Menos burocracia pode fortalecer o setor produtivo A modernização da GoiásFomento ocorre em um momento em que acesso ao crédito continua sendo uma das principais dificuldades dos pequenos negócios. Juros elevados, exigência de garantias e demora na análise travam investimentos e reduzem a capacidade de crescimento. Nesse contexto, a ZAIA pode representar um avanço administrativo se conseguir unir agilidade, responsabilidade e controle de risco. Para o Estado, o desafio será aprovar mais pedidos sem comprometer a qualidade da análise. A boa política pública de crédito precisa fazer duas coisas ao mesmo tempo: apoiar quem produz e preservar a sustentabilidade financeira da instituição. Quando há equilíbrio, o dinheiro chega a quem precisa, mas com critérios que reduzem inadimplência e desperdício. Ferramenta deve ser acompanhada por resultados A implantação da ZAIA deverá ser acompanhada por indicadores objetivos. Entre eles estão tempo médio de resposta, taxa de aprovação, índice de inadimplência, volume de crédito liberado, perfil dos beneficiados e distribuição regional dos recursos. Esses dados serão importantes para medir se a inteligência artificial realmente melhora o acesso ao crédito ou apenas acelera decisões já existentes. A transparência dos resultados também ajuda a fortalecer a confiança dos empreendedores na ferramenta. Se cumprir o que promete, a ZAIA pode se tornar um exemplo de uso da tecnologia para reduzir burocracia e aproximar o crédito público de quem movimenta a economia real em Goiás.

Ablação por radiofrequência trata metástase no fígado sem cirurgia aberta em paciente de Brasília

Técnica minimamente invasiva destrói tumor no fígado e permite alta no dia seguinte Uma mulher de 37 anos, moradora de Brasília, passou por um tratamento minimamente invasivo após descobrir uma metástase no fígado poucos anos depois de tratar um câncer de cólon. A paciente, que prefere não ser identificada, foi considerada apta pela equipe médica para realizar ablação por radiofrequência, técnica que destrói lesões tumorais com calor, sem necessidade de cirurgia aberta. A metástase ocorre quando células cancerígenas se desprendem do tumor original e se espalham para outros órgãos ou tecidos do corpo. Segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o tumor metastático mantém o mesmo tipo de células do câncer primário, mesmo quando aparece em outra parte do organismo. Ablação por radiofrequência trata tumor sem abrir o abdome No caso da paciente de Brasília, a lesão no fígado foi tratada por ablação por radiofrequência. O procedimento é realizado por um radiologista intervencionista, que introduz uma agulha fina até o tumor, geralmente com orientação por exames de imagem, como tomografia computadorizada, ultrassonografia ou ressonância magnética. Na ponta da agulha, a energia de radiofrequência gera calor suficiente para destruir as células cancerígenas, preservando ao máximo os tecidos saudáveis ao redor. A RadiologyInfo, iniciativa do Colégio Americano de Radiologia e da Sociedade Radiológica da América do Norte, explica que a energia enviada pela sonda produz calor na extremidade do instrumento, destruindo células tumorais e reduzindo o risco de sangramento em pequenos vasos. Paciente teve alta hospitalar no dia seguinte Segundo o relato, a paciente recebeu alta no dia seguinte ao procedimento, um dos pontos que costuma diferenciar técnicas minimamente invasivas de cirurgias abertas. A recuperação mais rápida, no entanto, depende de fatores como tamanho da lesão, localização do tumor, estado geral da paciente e planejamento definido pela equipe oncológica. “Enquanto eu estava na sala do médico, me mantive calma e tentei me informar sobre o que poderia ser feito e se o tratamento teria intenção curativa. Ao chegar em casa, desabei”, contou a paciente. O relato mostra também o impacto emocional de receber um novo diagnóstico após já ter passado por tratamento contra o câncer. Além da decisão técnica, casos assim envolvem medo, insegurança, expectativa de cura ou controle da doença e necessidade de apoio familiar e psicológico. Técnica pode reduzir trauma cirúrgico De acordo com o radiologista intervencionista Cândido José de Paula, do Hospital Anchieta Taguatinga, a principal vantagem da ablação por radiofrequência é tratar a área acometida sem abrir o abdome. “Um dos principais benefícios é possibilitar o tratamento da área acometida sem a necessidade de abrir o abdome do paciente. Isso reduz o trauma cirúrgico, favorece uma recuperação mais rápida e permite uma intervenção menos agressiva em situações específicas”, explica. A literatura médica descreve a ablação por radiofrequência como uma opção segura e eficaz em casos selecionados de metástases hepáticas de câncer colorretal, especialmente quando há número limitado de lesões, localização favorável e avaliação adequada por equipe multidisciplinar. Tratamento depende de avaliação individual Apesar dos benefícios, a ablação por radiofrequência não é indicada para todos os pacientes. A escolha depende de critérios como tipo do câncer, quantidade de lesões, tamanho do tumor, posição no fígado, proximidade de vasos sanguíneos e vias biliares, além da função hepática e das condições clínicas gerais. Em alguns casos, a técnica pode ser usada isoladamente. Em outros, pode ser combinada com cirurgia, quimioterapia, terapias-alvo ou imunoterapia, conforme o plano definido pela equipe médica. Revisões sobre tratamento de metástases hepáticas colorretais apontam que terapias locais, como a ablação térmica, são consideradas principalmente em doença limitada, quando todas as lesões visíveis podem ser tratadas. Por isso, especialistas reforçam que pacientes não devem interpretar a técnica como substituição automática da cirurgia ou da quimioterapia. Ela é uma ferramenta dentro de um conjunto de opções oncológicas. Avanço reforça papel da medicina menos invasiva O caso de Brasília ilustra o avanço da radiologia intervencionista no tratamento do câncer. Procedimentos guiados por imagem permitem intervenções mais precisas, com menor agressão ao organismo e recuperação potencialmente mais rápida em situações específicas. Para pacientes oncológicos, esse tipo de tecnologia pode representar menos tempo de internação, menor trauma físico e retomada mais rápida da rotina, sempre quando houver indicação médica. O ponto central, porém, continua sendo o diagnóstico precoce, o acompanhamento regular e a decisão compartilhada entre paciente e equipe de saúde.

Mãe viaja sozinha após filha esquecer passaporte em casa antes de embarque

Filha esquece passaporte e mãe decide seguir viagem internacional sem ela Uma viagem planejada entre mãe e filha acabou tomando um rumo inesperado depois que a jovem de 21 anos percebeu que havia esquecido o passaporte em casa. Cheryl Maguire decidiu seguir viagem sozinha para as ilhas Turks e Caicos após a filha notar, antes do embarque em Boston, nos Estados Unidos, que o documento estava em seu apartamento em Nova York. Segundo relato de Cheryl à Business Insider, a viagem tinha valor afetivo especial para as duas. A ideia era voltar ao resort que frequentavam desde a infância da filha e recriar fotos antigas tiradas quando a jovem ainda era criança. No entanto, o esquecimento do passaporte impediu que ela embarcasse. Filha esquece passaporte antes de viagem internacional De acordo com Cheryl, tudo estava pronto para a viagem. O voo já havia sido reservado, as malas estavam organizadas e mãe e filha seguiam com a expectativa de aproveitar juntas o destino no Caribe. A situação mudou quando a jovem percebeu que não estava com o passaporte. Como a viagem partiria de Boston e o documento estava em Nova York, as duas tentaram avaliar se haveria tempo de buscar o passaporte antes do voo. A logística, porém, tornou a solução inviável. Diante do impasse, Cheryl decidiu embarcar sozinha. “Decidi deixá-la para trás e ir sozinha”, contou a mãe, ao relatar que a decisão foi difícil, mas acabou sendo tomada por causa das circunstâncias da viagem. Evento em resort pesou na decisão da mãe Segundo Cheryl, mudar os planos não era uma opção simples. A viagem estava ligada à reinauguração de um hotel em Turks e Caicos, o que tornou a data mais rígida. Ela afirmou que, se fosse uma viagem comum de férias, provavelmente teria remarcado tudo para ir com a filha em outro momento. O compromisso com o evento fez com que a mãe mantivesse o embarque. Ainda assim, ela relatou ter se sentido mal por deixar a filha para trás, especialmente porque as duas estavam animadas para rever o resort e repetir registros antigos da infância. A decisão dividiu opiniões nas redes e entre leitores que acompanharam a história. Para alguns, Cheryl apenas manteve um compromisso já planejado. Para outros, a situação mostra o peso emocional de uma escolha difícil envolvendo família, responsabilidade e imprevistos de viagem. Passaporte é documento indispensável O caso também serve como alerta para quem pretende fazer viagens internacionais. O passaporte é um documento essencial para embarques ao exterior e, em grande parte dos destinos, não pode ser substituído por fotos, cópias digitais ou outros documentos comuns. Por isso, especialistas em organização de viagem costumam recomendar que documentos sejam conferidos mais de uma vez antes de sair de casa. Uma checagem simples na véspera e outra antes do deslocamento ao aeroporto pode evitar prejuízos financeiros e frustrações. No caso de Cheryl e da filha, o esquecimento teve impacto direto nos planos familiares. Além da perda da experiência conjunta, a jovem ficou impedida de participar de uma viagem que tinha significado emocional para as duas. Mãe diz que havia lembrado a filha Cheryl contou que chegou a lembrar a filha sobre a necessidade de levar o passaporte, mas depois se questionou se deveria ter insistido mais. A dúvida é comum em relações familiares, especialmente quando filhos adultos ainda compartilham viagens e compromissos com os pais. Aos 21 anos, a filha já era responsável pelos próprios documentos. Mesmo assim, a mãe relatou ter sentido culpa por não ter reforçado a checagem antes de sair. Ao retornar para casa, Cheryl encontrou a filha ainda chateada com o ocorrido. Em vez de apenas lamentar, as duas passaram a pensar em formas de evitar que o erro se repetisse em futuras viagens. Organização pode evitar prejuízos Entre as medidas simples que podem prevenir situações parecidas estão separar o passaporte junto com a passagem, deixar documentos em uma bolsa de mão, criar uma lista de conferência e fazer uma última checagem antes de sair para o aeroporto. Também é recomendável verificar com antecedência a validade do passaporte, eventuais exigências de visto, vacinas, autorizações e documentos específicos do destino. Em viagens internacionais, pequenos esquecimentos podem impedir o embarque e gerar custos com remarcação, hospedagem ou perda de compromissos. O episódio de Cheryl Maguire mostra que, mesmo em viagens planejadas, detalhes básicos continuam sendo decisivos. A história terminou sem o passeio conjunto que mãe e filha esperavam, mas deixou uma lição prática: antes de fechar a porta de casa rumo ao aeroporto, conferir documentos deve ser prioridade absoluta.

Onça-pintada captura sucuri na margem de rio no Pantanal

Flagrante impressionante mostra onça-pintada arrastando sucuri para a vegetação Um registro feito no Pantanal mostra o momento em que uma onça-pintada captura uma sucuri na margem de um rio e, em seguida, arrasta a serpente para dentro da vegetação. A cena chamou atenção pela força do felino e pela raridade do encontro entre dois animais de grande porte no mesmo ambiente natural. A imagem reforça a importância do Pantanal como um dos principais refúgios de vida selvagem do Brasil. No bioma, predadores e presas convivem em uma cadeia alimentar complexa, marcada por disputas, adaptação e equilíbrio ecológico. Onça-pintada captura sucuri no Pantanal A onça-pintada aparece dominando a sucuri próxima à água, em uma área típica de mata ciliar. Depois de controlar a serpente, o felino a leva para uma região de vegetação mais fechada, comportamento comum entre grandes predadores que buscam segurança e tranquilidade após capturar uma presa. Embora a cena pareça surpreendente, ela faz parte da dinâmica natural do Pantanal. A onça-pintada é um predador de topo, ou seja, ocupa uma das posições mais altas na cadeia alimentar. Isso significa que o animal tem grande capacidade de caça e exerce papel essencial no controle populacional de outras espécies. A sucuri, por sua vez, também é um animal forte e adaptado aos ambientes aquáticos e alagados. Mesmo assim, pode se tornar presa em determinadas situações, especialmente quando encontra um predador com a força, a agilidade e a técnica de caça da onça. Maior felino das Américas mostra força A onça-pintada é considerada o maior felino das Américas e um dos símbolos mais importantes da fauna brasileira. No Pantanal, a espécie encontra um ambiente favorável, com rios, áreas alagadas, matas e abundância de presas. Sua força é uma das características mais marcantes. Diferente de outros felinos que costumam perseguir presas por longas distâncias, a onça usa emboscada, aproximação silenciosa e ataque preciso. Esse comportamento permite capturar animais de diferentes tamanhos, incluindo jacarés, capivaras, queixadas, veados e, em situações raras, grandes serpentes. O flagrante da sucuri reforça essa capacidade. Mesmo diante de uma cobra robusta, a onça consegue impor domínio e retirar o animal da margem do rio. Sucuri também é espécie importante do ecossistema A sucuri está entre as maiores serpentes do mundo e é comum em áreas úmidas da América do Sul. No Pantanal, vive em rios, corixos, brejos e regiões alagadas, onde caça peixes, aves, pequenos mamíferos e outros animais. Assim como a onça-pintada, a sucuri também tem papel ecológico importante. Ela ajuda a equilibrar populações de diferentes espécies e faz parte da biodiversidade que torna o Pantanal um dos biomas mais ricos do planeta. O encontro entre onça e sucuri mostra que, na natureza, mesmo predadores fortes podem ocupar diferentes posições conforme o contexto. A cadeia alimentar não é estática; ela depende do tamanho, do ambiente, da oportunidade e das condições do momento. Pantanal é palco de registros raros da vida selvagem Nos últimos anos, imagens de onças-pintadas no Pantanal ganharam destaque no Brasil e no mundo. O avanço do turismo de observação, aliado ao trabalho de guias, fotógrafos e pesquisadores, tem permitido registrar comportamentos antes pouco vistos pelo público. Esses registros ajudam a aproximar a população da fauna brasileira e reforçam a necessidade de preservação. Ao mesmo tempo, exigem responsabilidade. Animais silvestres devem ser observados a distância, sem interferência, aproximação indevida ou tentativa de alimentar espécies. O Pantanal depende do equilíbrio entre conservação, turismo sustentável, pesquisa científica e respeito às comunidades locais. A proteção do bioma é essencial para garantir que cenas como essa continuem ocorrendo de forma natural, sem ameaça causada por destruição de habitat, queimadas ilegais ou caça. Flagrante reforça força da natureza A cena da onça-pintada capturando uma sucuri impressiona, mas não deve ser vista como espetáculo isolado. Ela representa a vida selvagem em funcionamento, com seus ciclos naturais e relações entre espécies. No Pantanal, cada animal cumpre uma função no ambiente. A onça ajuda a manter o equilíbrio das populações de presas. A sucuri participa do controle de outros animais. Rios, matas e áreas alagadas sustentam essa rede de vida. O registro, portanto, vai além da imagem curiosa. Ele lembra a importância de preservar um dos biomas mais valiosos do país e de compreender que a natureza opera por regras próprias, muitas vezes duras, mas fundamentais para o equilíbrio ecológico.

Acordar no susto pode acelerar o coração e elevar a pressão, alertam especialistas

Despertar brusco libera adrenalina e pode sobrecarregar pessoas com problemas cardíacos Acordar no susto, seja por causa de um despertador alto, barulho repentino, pesadelo ou interrupção brusca do sono, provoca uma reação imediata no organismo. O corpo interpreta o estímulo como uma possível ameaça e ativa a chamada resposta de “luta ou fuga”, marcada pela liberação de adrenalina, aceleração dos batimentos cardíacos e elevação temporária da pressão arterial. Na maioria das pessoas saudáveis, essas alterações são passageiras e tendem a se normalizar em poucos minutos. A American Heart Association explica que situações de estresse levam o corpo a liberar hormônios que fazem o coração bater mais rápido e elevam a pressão, preparando o organismo para reagir ao estímulo. Acordar no susto ativa resposta de estresse O despertar brusco interrompe a transição natural entre o sono e o estado de alerta. Quando isso acontece, o sistema nervoso simpático é ativado de forma rápida, aumentando a circulação de adrenalina no sangue. Esse mecanismo é fisiológico e faz parte da defesa natural do corpo. Em situações de perigo real, ele ajuda a pessoa a reagir rapidamente. O problema é que, mesmo sem uma ameaça concreta, o organismo pode responder como se precisasse se proteger. Segundo o cardiologista Jorge Koroishi, do Hcor, em São Paulo, o sistema cardiovascular normalmente consegue se autorregular após o susto, controlando pressão arterial e frequência cardíaca em poucos minutos. A intensidade da reação, porém, depende das condições de saúde de cada pessoa. Coração bate mais rápido e pressão sobe Durante a resposta ao susto, a adrenalina aumenta a frequência cardíaca, eleva a pressão arterial e faz o coração exigir mais oxigênio. O NCBI Bookshelf descreve a reação de estresse como um processo de curto prazo capaz de provocar aumento temporário dos batimentos cardíacos e liberação de adrenalina. Em indivíduos sem doenças cardiovasculares, esse pico geralmente não causa consequências relevantes. O desconforto pode aparecer como palpitação, respiração mais rápida, tremor, suor frio ou sensação de alerta, mas costuma desaparecer com a retomada da calma. Já em pessoas com hipertensão, arritmias, doença coronariana ou histórico de infarto, o aumento súbito da demanda cardíaca pode ter impacto maior. Nesses casos, o coração pode ter menos reserva para lidar com picos de pressão e aceleração dos batimentos. Quem tem doença cardíaca precisa de mais atenção Pessoas com pressão alta mal controlada, arritmias conhecidas, angina, insuficiência cardíaca ou obstruções nas artérias coronárias devem evitar estímulos bruscos recorrentes, quando possível. Isso não significa que todo susto seja perigoso, mas que o organismo desses pacientes pode reagir com maior vulnerabilidade. A American Heart Association também destaca que hormônios do estresse podem acelerar o coração e contrair vasos sanguíneos, elevando temporariamente a pressão. Em quem já convive com fatores de risco, episódios frequentes de estresse e sono ruim podem contribuir para pior controle cardiovascular. O alerta vale especialmente para quem acorda repetidamente assustado, sente palpitações intensas, falta de ar, tontura, desmaio, dor no peito ou mal-estar forte após o despertar. Nessas situações, a avaliação médica é recomendada. Sono ruim também afeta a saúde cardiovascular Além do susto isolado, a qualidade do sono influencia diretamente a saúde do coração. Noites fragmentadas, insônia, ansiedade, apneia do sono e rotina irregular podem aumentar o nível de estresse do organismo e dificultar o controle da pressão arterial. Despertadores muito altos ou alarmes agressivos podem ser substituídos por sons graduais, vibração leve ou iluminação progressiva, quando possível. Manter horários regulares, reduzir telas antes de dormir, evitar excesso de cafeína à noite e criar um ambiente silencioso também ajudam a reduzir despertares bruscos. Para pessoas com pesadelos frequentes, ansiedade intensa ou sintomas noturnos, o acompanhamento profissional pode ser importante. O objetivo não é transformar um susto comum em motivo de medo, mas identificar quando há um padrão que prejudica o sono e a saúde. Quando procurar atendimento Acordar assustado, por si só, geralmente não exige atendimento de emergência. No entanto, sinais como dor ou aperto no peito, falta de ar, desmaio, confusão, palpitação persistente, fraqueza intensa ou pressão muito elevada devem ser avaliados com urgência. Para quem já tem doença cardiovascular, o ideal é manter acompanhamento regular, usar corretamente os medicamentos prescritos e conversar com o médico caso os episódios sejam frequentes. A prevenção continua sendo o caminho mais seguro: sono de qualidade, controle da pressão, alimentação equilibrada, atividade física orientada e redução do estresse ajudam a proteger o coração.

Haaland chama Vini Jr. para recriar meme de “As Branquelas” antes de Brasil x Noruega

Meme com Haaland e Vini Jr. viraliza antes de duelo entre Brasil e Noruega na Copa O atacante norueguês Erling Haaland entrou no clima dos memes que viralizaram nas redes sociais às vésperas do confronto entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. As montagens, feitas com inteligência artificial, colocam Haaland e Vinícius Júnior em uma cena inspirada no filme “As Branquelas” e rapidamente ganharam repercussão entre torcedores. Nesta quinta-feira (2), Haaland comentou em uma das publicações, marcou o perfil de Vini Jr. e escreveu: “temos que recriar isso”. O brasileiro respondeu com bom humor: “HAHAHAHAHA”. A interação foi suficiente para ampliar ainda mais o alcance da brincadeira e transformar o meme em um dos assuntos mais comentados entre fãs de futebol e cultura pop. Meme de “As Branquelas” viraliza nas redes A montagem mais compartilhada recria uma das cenas mais conhecidas da comédia “As Branquelas”. Na versão criada por torcedores, o rosto de Vini Jr. aparece no personagem interpretado por Terry Crews, enquanto Haaland aparece associado a uma das irmãs Wilson. A cena faz referência ao momento musical do filme, ao som de “A Thousand Miles”, sem que a brincadeira tenha tom ofensivo. O próprio Terry Crews, ator que participou da cena original, também entrou na brincadeira e reagiu às publicações com risadas, segundo registros divulgados por veículos de entretenimento e esporte. A participação do ator ajudou a dar ainda mais visibilidade ao meme, que ultrapassou o ambiente dos torcedores brasileiros e passou a circular em perfis internacionais. Inteligência artificial impulsiona humor da Copa A viralização mostra como a inteligência artificial passou a fazer parte da cobertura informal da Copa. Além dos gols, escalações e análises táticas, os torcedores também usam ferramentas digitais para criar montagens, vídeos e piadas que ajudam a construir o clima dos jogos. Nesse caso, a brincadeira chamou atenção por unir dois dos principais nomes do futebol mundial em uma referência popular. Haaland, destaque da Noruega, e Vini Jr., peça importante da Seleção Brasileira, se tornaram personagens de uma narrativa bem-humorada antes de um confronto decisivo. O uso de IA em memes esportivos, no entanto, também exige responsabilidade. Quando a montagem é claramente humorística e não tenta enganar o público, ela pode funcionar como entretenimento. O cuidado deve existir para que imagens manipuladas não sejam usadas para desinformação, ataques pessoais ou simulação enganosa de falas reais. Brasil x Noruega ganha clima de decisão A brincadeira ocorre dias antes do duelo entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A partida está marcada para domingo, 5 de julho, às 17h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, segundo informações divulgadas pelo ge e por outros veículos esportivos. O confronto coloca frente a frente duas seleções com grandes nomes ofensivos. Pelo lado brasileiro, Vini Jr. chega como uma das principais referências técnicas. Pela Noruega, Haaland é o grande símbolo de uma geração que busca fazer história no Mundial. Além do peso esportivo, o jogo ganhou um ingrediente extra nas redes sociais. A troca bem-humorada entre os atletas mostra que, mesmo em ambiente de pressão, a Copa também é espaço para leveza, interação com torcedores e momentos culturais que ficam marcados além do campo. Repercussão aproxima torcedores Memes como esse costumam ganhar força porque aproximam o futebol do cotidiano do público. A Copa do Mundo não mobiliza apenas quem acompanha taticamente as partidas, mas também quem entra no clima por meio de brincadeiras, referências de filmes, músicas, figurinhas e conversas nas redes. A reação de Haaland e Vini Jr. ajudou a humanizar os atletas diante dos fãs. Em vez de apenas alimentar rivalidade, os dois demonstraram bom humor e abertura para participar de uma brincadeira criada pelos torcedores. No fim, o meme virou uma espécie de aquecimento informal para Brasil x Noruega. Dentro de campo, a disputa será por vaga nas quartas de final. Fora dele, a internet já transformou o duelo em um dos encontros mais comentados da Copa.

Forte Multimarcas se destaca em Rio Verde com média de 40 veículos vendidos por mês

Loja de veículos em Rio Verde aposta em atendimento e crédito para crescer no mercado A Forte Multimarcas, empresa do setor automotivo em Rio Verde, vem chamando atenção pelo desempenho comercial e pela estratégia de atendimento adotada junto aos clientes. Segundo informações da própria empresa, a loja mantém média aproximada de 40 veículos comercializados por mês, resultado que reforça sua presença entre as referências do segmento multimarcas no município. O desempenho ocorre em um mercado competitivo, no qual consumidores buscam não apenas preço, mas também segurança na negociação, procedência dos veículos, facilidade de crédito e suporte após a compra. Nesse cenário, a empresa aposta em relacionamento e transparência como diferenciais para conquistar e fidelizar clientes. Forte Multimarcas aposta em atendimento personalizado De acordo com informações repassadas pela empresa, o modelo de atendimento é um dos principais pilares do crescimento. A equipe acompanha o cliente desde o primeiro contato até a finalização da compra, buscando entender o perfil, a necessidade e a capacidade financeira de cada comprador. A proposta é evitar uma negociação padronizada e oferecer soluções mais adequadas para cada caso. Esse tipo de abordagem tem ganhado importância no mercado automotivo, especialmente porque a compra de um veículo representa uma decisão financeira relevante para muitas famílias. Além da escolha do carro, o consumidor normalmente avalia parcelas, entrada, documentação, taxas, garantia, histórico do veículo e segurança jurídica da transação. Por isso, a clareza nas informações é um ponto decisivo para gerar confiança. Crédito é diferencial na compra de veículos Outro fator destacado pela Forte Multimarcas é a estrutura de crédito oferecida durante o processo de compra. A empresa afirma trabalhar em parceria com instituições financeiras, com destaque para o Banco C6, ampliando as possibilidades de aprovação e buscando condições compatíveis com a realidade de cada cliente. Em um ambiente de juros elevados e orçamento familiar pressionado, o financiamento continua sendo uma etapa determinante na venda de veículos. Muitas negociações dependem da análise de crédito, do valor de entrada, do prazo de pagamento e da taxa final oferecida ao comprador. Segundo a empresa, o objetivo é facilitar o acesso ao veículo próprio sem abrir mão da responsabilidade financeira. A proposta é apresentar alternativas possíveis, sempre considerando o perfil do cliente e a viabilidade da operação. Pós-venda fortalece reputação da empresa A Forte Multimarcas também atribui parte de sua reputação ao suporte oferecido após a entrega do veículo. Segundo relatos de clientes informados pela empresa, o acompanhamento durante toda a negociação e a atenção aos detalhes têm contribuído para a imagem positiva da loja em Rio Verde. No setor automotivo, o pós-venda é um ponto estratégico. O relacionamento não termina na assinatura do contrato ou na entrega das chaves. Dúvidas sobre documentação, transferência, garantia, manutenção inicial e orientações gerais podem influenciar diretamente a satisfação do consumidor. Empresas que mantêm contato próximo após a venda tendem a gerar indicações espontâneas, retorno de clientes e maior credibilidade no mercado local. Mercado automotivo exige confiança e transparência Comprar um veículo seminovo ou usado exige cuidado. O consumidor precisa verificar procedência, documentação, conservação, histórico de manutenção e condições do financiamento. Por isso, lojas que investem em transparência e organização comercial tendem a se destacar em cidades com mercado aquecido. Em Rio Verde, o crescimento econômico, a força do agronegócio, o comércio ativo e a demanda por mobilidade mantêm o setor automotivo relevante. Veículos são utilizados tanto para uso familiar quanto para trabalho, deslocamento urbano e atividades profissionais. Nesse contexto, a atuação de empresas multimarcas tem papel importante ao oferecer variedade de modelos, marcas, faixas de preço e possibilidades de negociação. Empresa mira crescimento com foco no cliente Com média informada de aproximadamente 40 veículos vendidos por mês, a Forte Multimarcas busca consolidar sua marca em Rio Verde por meio de atendimento próximo, soluções financeiras e relacionamento de longo prazo com o consumidor. A empresa afirma que seu compromisso é ajudar clientes a realizar o sonho do veículo próprio, mantendo atenção à transparência, agilidade e suporte durante o processo de compra. O desempenho relatado mostra que, mesmo em um setor desafiador, negócios locais podem crescer quando combinam estoque competitivo, crédito estruturado, credibilidade e atendimento eficiente. Para o consumidor, o resultado esperado é uma compra mais segura, planejada e adequada à realidade financeira de cada família.

Grupo Globo recebeu R$ 267 milhões em publicidade do governo Lula, diz levantamento

Globo concentrou 25,6% da publicidade da Secom no governo Lula, aponta Poder360 O Grupo Globo recebeu R$ 267 milhões em publicidade estatal federal da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República durante o terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, segundo levantamento publicado pelo Poder360. O valor considera o período de 1º de janeiro de 2023 a 15 de junho de 2026 e representa 25,6% do total gasto pela Secom com campanhas publicitárias do Palácio do Planalto no intervalo analisado. Grupo Globo lidera repasses da Secom De acordo com o Poder360, os recursos foram usados para veiculação de campanhas do governo federal em diferentes meios, incluindo televisão, internet, streaming, revistas e jornais impressos. A Revista Oeste também repercutiu os dados, destacando que o montante se aproxima de R$ 270 milhões e corresponde a pouco mais de um quarto da verba publicitária direta da Secom no período. O levantamento aponta que o gasto total da Secom do Planalto chegou a R$ 954,5 milhões nos três anos e meio analisados. Desse total, a Globo ficou com a maior fatia entre os grupos de mídia, em um cenário que volta a colocar em debate a concentração de recursos públicos de publicidade em grandes conglomerados de comunicação. Record, Meta e Google aparecem na sequência Segundo os dados reunidos pelo Poder360, o Grupo Record aparece em segundo lugar, com R$ 122 milhões, valor 118% menor que o destinado ao Grupo Globo. Na sequência, surgem a Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, com R$ 86 milhões, e o Google Brasil, com R$ 80,9 milhões. Outros veículos e plataformas também aparecem no levantamento, incluindo SBT/SBT News, Grupo Bandeirantes, Kwai, TikTok, RedeTV!, Grupo Folha/UOL, X, Amazon/Prime Video, CNN Brasil/Itatiaia e Jovem Pan. A lista mostra que a publicidade governamental hoje está distribuída entre mídias tradicionais e plataformas digitais, embora a televisão ainda tenha peso relevante. Dados não incluem estatais e ministérios Um ponto importante do levantamento é que os números consideram apenas os gastos diretos da Secom da Presidência da República. Eles não incluem despesas de publicidade feitas por ministérios, empresas estatais e sociedades de economia mista, como a Petrobras. Essa limitação é relevante porque impede uma visão completa do gasto publicitário federal em todos os órgãos e entidades. Segundo o Poder360, de 2000 a 2016, quando havia divulgação mais ampla dos dados, o Grupo Globo recebeu R$ 10,2 bilhões em publicidade estatal federal, em valores nominais e sem correção pela inflação. Governo fala em critérios técnicos A Secom afirma que a publicidade institucional segue critérios técnicos, legais e de planejamento. Em nota reproduzida por veículos que repercutiram o levantamento, a secretaria declarou atuar conforme a legislação eleitoral e as normas da publicidade institucional da administração pública federal. A pasta também sustenta que comparações entre anos diferentes precisam considerar o planejamento de comunicação, campanhas de utilidade pública e características específicas de cada período. Esse argumento é usado pelo governo para defender que a distribuição dos recursos não deve ser analisada apenas pelo valor final destinado a cada grupo. Ainda assim, a concentração de verbas em grandes empresas de mídia tende a gerar questionamentos políticos e institucionais. Em uma democracia, publicidade oficial deve informar a população sobre serviços, direitos e campanhas públicas, sem servir como instrumento de favorecimento, pressão econômica ou promoção pessoal. Transparência é ponto central do debate O debate sobre publicidade oficial envolve três pontos principais: transparência, eficiência e impessoalidade. O cidadão tem direito de saber quanto o governo gasta, quais veículos recebem recursos, quais campanhas foram veiculadas e quais critérios orientaram a escolha dos meios. Do ponto de vista da gestão pública, a verba precisa alcançar o público-alvo com eficiência, especialmente em campanhas de saúde, educação, segurança, assistência social e serviços públicos. Ao mesmo tempo, a distribuição deve ser auditável para evitar suspeitas de uso político da comunicação governamental. Em ano eleitoral, a atenção sobre esses gastos aumenta. A legislação impõe limites e restrições à publicidade institucional em períodos próximos às eleições, justamente para impedir que a máquina pública seja usada em benefício de governos, partidos ou candidatos. Caso deve seguir sob escrutínio público O levantamento não indica, por si só, ilegalidade nos repasses. No entanto, os valores reforçam a necessidade de controle público rigoroso sobre a publicidade federal, especialmente quando um único grupo concentra mais de 25% da verba direta da Secom. A discussão deve continuar no campo político, administrativo e jurídico, com cobrança por dados abertos, critérios objetivos e prestação de contas. Para a sociedade, o ponto essencial é garantir que recursos públicos destinados à comunicação sirvam ao interesse coletivo, com transparência e respeito à legislação.

Motociclista morre após acidente com caminhonete em Rio Verde; motorista é preso por embriaguez

Jovem de 28 anos morre após colisão em cruzamento no Bairro Martins, em Rio Verde Um motociclista de 28 anos morreu após um grave acidente de trânsito registrado na noite desta segunda-feira (29), no cruzamento das ruas Otoniel da Cunha e Vitória, no Bairro Martins, em Rio Verde. A vítima conduzia uma motocicleta pela via preferencial quando foi atingida transversalmente por uma caminhonete, segundo informações da Polícia Militar. O motorista da caminhonete foi preso ainda no local após realizar o teste do etilômetro. Conforme a PM, o equipamento apontou 0,54 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice que caracteriza crime de trânsito. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Rio Verde. Motociclista morre após colisão no Bairro Martins De acordo com a ocorrência, a caminhonete seguia pela Rua Otoniel da Cunha, no sentido Avenida Pauzanes/Bairro Veneza. Ao chegar ao cruzamento com a Rua Vitória, o condutor teria avançado a sinalização de parada obrigatória. A motocicleta trafegava pela via preferencial, no sentido Céu Azul/Bairro Popular, quando foi atingida pela caminhonete. Com o impacto, o motociclista foi lançado ao solo e sofreu ferimentos graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram socorro à vítima. O jovem foi encaminhado em estado gravíssimo ao Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso), mas não resistiu aos ferimentos. Motorista foi preso após teste do bafômetro Ainda no local do acidente, o motorista da caminhonete foi submetido ao teste do bafômetro. Segundo a Polícia Militar, o resultado de 0,54 mg/L confirmou a presença de álcool acima do limite criminal previsto para condução de veículo automotor. Diante do resultado, os policiais deram voz de prisão ao condutor, que foi levado à Central de Flagrantes. A partir de agora, a Polícia Civil deverá formalizar os procedimentos cabíveis e analisar as circunstâncias da colisão. O caso poderá envolver responsabilização criminal conforme o andamento da investigação, a análise pericial, os depoimentos e demais elementos reunidos pelas autoridades. Polícia Civil e perícia foram acionadas Devido à gravidade da ocorrência, a Polícia Civil e a Polícia Científica foram chamadas para realizar a perícia no local e nos veículos envolvidos. O trabalho pericial deve ajudar a esclarecer a dinâmica do acidente, incluindo posição dos veículos, ponto de impacto, sinalização, marcas na via e demais evidências. Os veículos foram apreendidos e removidos ao pátio da Agência Municipal de Mobilidade e Trânsito (AMT). Essa medida é comum em ocorrências com vítima grave ou morte, especialmente quando há necessidade de exame técnico. A perícia será uma etapa importante para confirmar as informações iniciais e subsidiar a investigação conduzida pela autoridade policial. Testemunhas relataram movimentação após a colisão Durante a ocorrência, testemunhas disseram aos policiais que uma mulher teria conduzido a caminhonete após a batida. O motorista, no entanto, afirmou que era ele quem dirigia no momento do acidente e declarou que apenas pediu para a esposa estacionar o veículo nas proximidades depois da colisão. Segundo a Polícia Militar, a mulher apresentava sinais de embriaguez e deixou o local antes de ser abordada. Essa informação também deverá ser apurada pela Polícia Civil, que poderá ouvir testemunhas e verificar a participação de cada pessoa na ocorrência. Até a conclusão da investigação, a versão apresentada pelo motorista e os relatos das testemunhas deverão ser confrontados com imagens, perícia e demais provas disponíveis. Caso reacende alerta sobre álcool ao volante A morte do motociclista reforça a gravidade da combinação entre álcool e direção. Acidentes em cruzamentos costumam ter alto potencial de risco, especialmente quando envolvem motocicletas, veículos mais vulneráveis em colisões laterais ou transversais. O respeito à sinalização de parada obrigatória é uma regra básica de segurança viária. Avançar uma placa de pare, ainda mais sob suspeita de embriaguez, aumenta drasticamente o risco de tragédias. Para a população, o caso deixa um alerta direto: dirigir após consumir bebida alcoólica coloca vidas em risco e pode transformar uma infração em crime com consequências irreversíveis. A responsabilidade no trânsito depende de fiscalização, educação, punição quando cabível e, sobretudo, consciência individual.

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