Menina da Bota é escolhida para disputar vaga de deputada federal

Influenciadora Menina da Bota entra na disputa pela Câmara em Minas A influenciadora digital Maria José Mendes, conhecida nacionalmente como Menina da Bota, foi escolhida para disputar uma vaga de deputada federal por Minas Gerais nas eleições de 2026. Segundo reportagem de O Tempo, o nome dela foi aprovado na segunda-feira, 3 de agosto, durante a convenção da Federação União Progressista, realizada em Belo Horizonte. Maria José participou do encontro usando uma jaqueta jeans personalizada com a inscrição “Menina da Bota” nas costas e o desenho de uma bota, elemento que se tornou uma de suas principais marcas nas redes sociais. A vestimenta reforçou a identidade construída pela influenciadora desde que seus vídeos de dança e da rotina rural ganharam repercussão nacional. A convenção representa a escolha partidária do nome, mas a candidatura ainda precisa cumprir as etapas formais previstas pela Justiça Eleitoral. Partidos e federações têm até 15 de agosto, às 19h, para encaminhar os pedidos de registro, que depois são analisados pelo Tribunal Regional Eleitoral. A propaganda eleitoral geral começa em 16 de agosto. Menina da Bota transforma alcance digital em projeto político Ligada ao Vale do Jequitinhonha, Maria José ficou conhecida por vídeos simples e bem-humorados gravados na zona rural mineira. Nas publicações, ela aparece dançando, cantando e mostrando situações do cotidiano no campo, frequentemente usando botas. A influenciadora ganhou projeção em 2024 após a circulação de um vídeo de música e dança gravado com familiares. Desde então, passou a desenvolver também uma carreira artística ligada ao forró e à música popular. Reportagens sobre sua trajetória destacam a participação do irmão Waninho do Forró e o uso do ambiente rural como cenário recorrente do conteúdo. Segundo O Tempo, Maria José reúne atualmente cerca de 1,7 milhão de seguidores no Instagram. Por se tratar de um número sujeito a alterações diárias, a quantidade deve ser conferida diretamente no perfil oficial antes da publicação definitiva da matéria. O ingresso de uma influenciadora com grande alcance na disputa eleitoral mostra como os partidos vêm buscando nomes conhecidos fora da política tradicional. A popularidade digital pode ajudar uma candidatura a conquistar visibilidade, mas não substitui a necessidade de apresentar propostas, posicionamentos e conhecimento sobre as responsabilidades do mandato. Federação União Progressista reúne União Brasil e PP A Federação União Progressista é formada pelo União Brasil e pelo Progressistas. O registro da aliança foi aprovado por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral em 26 de março de 2026. Pela legislação, os partidos de uma federação atuam de maneira unificada nas eleições e durante o mandato parlamentar. As convenções partidárias de 2026 ocorreram entre 20 de julho e 5 de agosto. Nesses encontros, partidos e federações escolheram seus candidatos aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. A reportagem enviada como fonte não informa se Maria José é filiada ao União Brasil ou ao PP, nem apresenta declarações da influenciadora sobre suas principais propostas. Também não há detalhes sobre coordenação de campanha, número eleitoral ou prioridades para um eventual mandato. Representação do interior deve entrar no debate A ligação de Maria José com a zona rural poderá colocar temas do interior mineiro no centro de sua campanha. Antes da convenção, vídeos atribuídos à influenciadora mencionaram dificuldades enfrentadas por comunidades rurais, como problemas em estradas e acesso limitado a serviços públicos. Essas manifestações já vinham alimentando especulações sobre sua entrada na política. Caso o registro seja confirmado, a candidata deverá explicar como pretende transformar essa vivência em propostas legislativas. Infraestrutura rural, educação, saúde, conectividade, geração de emprego e apoio ao pequeno produtor são assuntos com impacto direto sobre municípios do Vale do Jequitinhonha. A presença de representantes com origem popular pode ampliar a diversidade da Câmara, mas o eleitor também deverá avaliar preparo, equipe, transparência e compromissos públicos. Um deputado federal atua na elaboração de leis nacionais, na fiscalização do governo federal e na discussão do Orçamento da União, responsabilidades que exigem mais do que reconhecimento nas redes sociais. Eleições de 2026 serão realizadas em outubro O primeiro turno das eleições gerais está marcado para 4 de outubro de 2026. O eventual segundo turno para presidente e governadores ocorrerá em 25 de outubro. Neste ano, o eleitor também escolherá dois senadores por estado, além de deputados federais e estaduais ou distritais. Para os cargos proporcionais, como deputado federal, o resultado depende tanto dos votos recebidos individualmente quanto do desempenho total do partido ou da federação. A homologação em convenção é, portanto, apenas o início de uma disputa que ainda passará pelo registro eleitoral, pela campanha e pela decisão dos eleitores mineiros.
Brasil planeja emitir títulos da dívida em yuan todos os anos

Tesouro transforma títulos em yuan em estratégia permanente na China O governo federal pretende emitir títulos da dívida pública em yuan no mercado chinês todos os anos, transformando uma operação inicialmente apresentada como experimental em uma estratégia permanente de atuação financeira na China. O plano foi detalhado pelo subsecretário da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Francisco Segundo, durante webinar promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China em 5 de agosto de 2026. A primeira venda dos chamados Panda Bonds — títulos emitidos por governos ou empresas estrangeiras no mercado doméstico chinês — ainda está prevista para 2026. A operação depende, entretanto, da conclusão de procedimentos técnicos, da contratação de uma agência chinesa de classificação de risco e de condições favoráveis de mercado. Por isso, o Tesouro afirma que a emissão neste ano é uma intenção, não uma garantia. Emissões anuais devem criar referência em yuan Segundo Francisco Segundo, o principal objetivo não é financiar uma parcela relevante das despesas públicas brasileiras, mas estabelecer uma curva soberana de juros em yuan. Essa curva funcionaria como referência para calcular o risco e o custo de futuras captações de empresas brasileiras na China. O representante do Tesouro afirmou que, nos mercados considerados bem-sucedidos e com potencial para investidores brasileiros, a presença do governo precisa ser recorrente. A ideia é evitar que a taxa de referência fique desatualizada, como ocorreu no mercado europeu durante o período em que o Brasil permaneceu mais de uma década sem emitir dívida em euros. A estratégia também atende ao interesse de companhias que mantêm negócios, exportações ou projetos ligados à China. Uma emissão soberana costuma servir como parâmetro para títulos corporativos do mesmo país, embora empresas privadas normalmente paguem taxas superiores às cobradas do governo. A Suzano foi uma das primeiras empresas brasileiras a acessar esse mercado. Segundo informações apresentadas no seminário, a companhia já realizou três operações, somando aproximadamente 2,6 bilhões de yuan. Empresas como Vale, WEG, Petrobras, JBS e Embraer foram citadas como possíveis beneficiárias de uma ampliação desse canal financeiro. Valor da primeira operação ainda está indefinido O volume da estreia brasileira permanece em discussão. Em junho, o então ministro da Fazenda, Dario Durigan, indicou uma captação de até 5 bilhões de yuan. Em julho, o secretário do Tesouro, Daniel Leal, mencionou uma operação próxima de 10 bilhões de yuan. A decisão final dependerá da demanda, das taxas oferecidas e das condições cambiais. O primeiro passo formal ocorreu em 25 de junho, quando o Ministério da Fazenda entregou uma carta de apresentação da República às autoridades reguladoras chinesas. O Plano Anual de Financiamento de 2026 já previa a emissão inaugural em yuan como parte da ampliação da presença brasileira nos mercados internacionais. Para o governo, a vantagem está na diversificação da base de investidores e na possibilidade de acessar taxas nominais inferiores às observadas em operações denominadas em dólar ou euro. Essa comparação, porém, não pode considerar apenas os juros anunciados: custos de proteção cambial, liquidez, prazos, regras regulatórias e risco de conversão da moeda também precisam entrar no cálculo. Relação com a China amplia oportunidades e riscos A iniciativa ocorre em um cenário de forte integração econômica entre Brasil e China. O mercado chinês responde por mais de um quarto das exportações brasileiras e permanece como o principal destino de produtos do agronegócio e da indústria extrativa. Ao mesmo tempo, o crescimento das importações chinesas aumenta a pressão competitiva sobre setores da indústria nacional. A ampliação dos canais de financiamento pode beneficiar empresas brasileiras, reduzir a concentração das captações em dólar e facilitar investimentos relacionados ao comércio bilateral. Entretanto, uma estratégia permanente em yuan exige mecanismos rigorosos de governança e transparência. Entre os pontos que precisam ser acompanhados estão a exposição à variação cambial, os controles de capital existentes na China, a dependência das regras locais e a eventual concentração financeira em um país que já ocupa posição dominante no comércio exterior brasileiro. O yuan vem ganhando espaço internacional, mas ainda opera sob controles regulatórios mais rígidos e apresenta menor liquidez global do que o dólar. Operação não representa submissão financeira automática Apesar do significado geopolítico da decisão, os dados disponíveis não sustentam, neste momento, a conclusão de que o financiamento público brasileiro ficará “ancorado” na China. No encerramento de 2025, instrumentos relacionados ao câmbio representavam 3,8% da Dívida Pública Federal, enquanto a maior parte do endividamento continuava denominada em reais. A emissão inaugural também foi descrita pelo próprio Tesouro como uma operação mais qualitativa do que quantitativa. Seu peso inicial deverá ser pequeno diante do estoque total da dívida, que terminou 2025 em R$ 8,635 trilhões. O risco estratégico dependerá, portanto, da escala alcançada pelas emissões ao longo dos próximos anos, das condições contratuais, da utilização de proteção cambial e da capacidade do Brasil de preservar uma política externa equilibrada, mantendo relações econômicas com a China sem abandonar mercados tradicionais nos Estados Unidos, na Europa e em outras regiões. A diversificação pode ser financeiramente racional quando reduz custos e amplia a concorrência entre investidores. Ela se torna problemática quando produz concentração excessiva, falta de transparência ou dependência regulatória. Caberá ao Tesouro demonstrar, em cada operação, que os benefícios econômicos superam os riscos fiscais e geopolíticos para a República.
Michelle Bolsonaro é confirmada candidata ao Senado pelo DF em chapa com Bia Kicis

PL oficializa Michelle e Bia Kicis ao Senado e fecha apoio à reeleição de Celina Leão no DF Michelle Bolsonaro foi confirmada como candidata ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições de 2026, consolidando a estratégia do PL de concentrar forças no campo conservador da capital federal. O anúncio foi feito durante a convenção do partido pela deputada federal Bia Kicis, que também disputará uma das duas vagas ao Senado na mesma chapa. A definição ocorre em um momento decisivo do calendário eleitoral. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, as convenções partidárias podem ser realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto para escolha formal de candidatos e deliberação sobre coligações. O registro das candidaturas ainda é etapa indispensável para que os nomes possam concorrer oficialmente. Michelle Bolsonaro candidata ao Senado pelo DF A entrada de Michelle Bolsonaro na disputa pelo Senado era uma das principais apostas do PL no Distrito Federal. A sigla já vinha trabalhando com a possibilidade de lançar a ex-primeira-dama ao lado de Bia Kicis, estratégia que havia sido sinalizada por lideranças do partido e pelo próprio campo bolsonarista nos meses anteriores. Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, já que 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. Esse modelo aumenta o peso das composições partidárias, pois permite que uma mesma aliança tente eleger dois nomes para a Casa. No caso do DF, o PL busca transformar a força eleitoral de Michelle e Bia Kicis em uma chapa competitiva para o Senado. A estratégia também mira a consolidação de uma base conservadora em Brasília, onde temas como segurança, família, liberdade econômica, oposição ao PT e defesa de pautas religiosas costumam ter forte apelo entre parte do eleitorado. Bia Kicis disputará a segunda vaga ao Senado Além de anunciar Michelle, Bia Kicis também foi confirmada como candidata ao Senado. A deputada federal é uma das principais lideranças do PL no Distrito Federal e já vinha sendo apontada como nome competitivo dentro da direita local. A composição com duas mulheres na disputa ao Senado reforça uma tentativa do partido de ampliar a presença feminina no palanque conservador. Em discurso, a governadora Celina Leão defendeu a união do grupo e apresentou a aliança como peça importante para impedir o avanço da esquerda nas vagas em disputa. Do ponto de vista político, a chapa também cria um palanque com forte identidade ideológica. Michelle carrega o peso simbólico do bolsonarismo e da atuação junto ao eleitorado evangélico e conservador. Bia Kicis, por sua vez, tem mandato parlamentar, presença nacional e relação direta com a militância de direita. Celina Leão recebe apoio do PL para reeleição A convenção também consolidou o apoio do PL à governadora Celina Leão, que disputará a reeleição ao Governo do Distrito Federal. A aproximação entre Celina, Michelle e Bia já vinha sendo construída publicamente. Em julho, a governadora lançou sua pré-candidatura em Ceilândia, em evento com presença de Bia Kicis, Damares Alves e outras lideranças do campo conservador. Esse acordo fortalece Celina ao unir sua máquina política local à principal legenda de direita do país. Para o PL, a aliança oferece estrutura no Executivo distrital e palanque regional para suas candidatas ao Senado. A costura também tem impacto sobre outros nomes que buscavam espaço no mesmo grupo político. Ibaneis Rocha e Izalci Lucas vinham tentando viabilizar candidaturas ao Senado, mas a definição por Michelle e Bia reduz significativamente o espaço para alternativas dentro da mesma coalizão. Ausência de Michelle ocorreu após internação Michelle Bolsonaro não compareceu ao evento. Segundo a informação divulgada, a ex-primeira-dama foi internada no sábado com quadro de cefaleia, recebeu alta neste domingo após passar por procedimento para alívio da dor e seguirá em acompanhamento médico. A ausência não impediu a oficialização política de seu nome pelo partido. Ainda assim, a saúde de Michelle deve ser acompanhada com atenção, especialmente porque a campanha ao Senado exige agenda intensa, viagens internas, participação em atos públicos e presença constante nas redes sociais. Até o momento, não há detalhes adicionais sobre o quadro clínico além das informações divulgadas. Chapa muda o xadrez político do Distrito Federal A confirmação de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ao Senado altera o tabuleiro eleitoral no Distrito Federal. O PL passa a apostar em uma chapa fortemente identificada com o bolsonarismo, enquanto Celina Leão busca consolidar a reeleição com apoio de uma base conservadora organizada. A movimentação também antecipa uma disputa dura pelas duas vagas ao Senado. Pesquisas divulgadas em julho já mostravam Michelle entre os nomes mais competitivos no DF, ao lado de Leila do Vôlei e outros possíveis candidatos. O desafio da chapa será transformar força de imagem e apoio partidário em votos suficientes para ocupar as duas cadeiras. Do outro lado, adversários devem explorar a polarização nacional, a disputa por voto moderado e a reorganização de alianças locais. Com a convenção, o PL dá um passo importante para fechar sua estratégia no Distrito Federal. A etapa seguinte será o registro das candidaturas e o início da campanha nas ruas e na internet, quando a chapa terá de demonstrar capilaridade, unidade política e capacidade de diálogo com o eleitorado brasiliense.
Infarto em jovens cresce no Brasil e passa de 234 mil atendimentos em três anos

Casos de infarto antes dos 40 anos acendem alerta para prevenção cardiovascular O infarto em jovens tem chamado a atenção de médicos tem chamado a atenção de médicos e autoridades de saúde no Brasil. Antes associado principalmente à população idosa, o infarto agudo do miocárdio atingiu mais de 234 mil atendimentos entre pessoas com menos de 40 anos no país entre 2022 e 2024, segundo dados do Ministério da Srópoles. citeturn504574search0 Do total, mais de 156 mil procedimentos ambulatoriais e hospitalares foram registrados entre homens de até 40 anos. Entre as mulheres, o número ultrapassou 77 mil no mesmo período. A maior concentração está na faixa de 31 a 40 anos, mas também há registros em adolescentes e crianças, o que amplia o alde cedo. citeturn504574search0 Infarto em jovens passa de 234 mil atendimentos O avanço dos casos em pessoas mais novas indica uma mudança importante no perfil de risco cardiovascular. Embora a idade continue sendo um fator relevante, especialistas destacam que muitos pacientes jovens que sofrem infarto já apresentam fatores modificáveis, como tabagismo, pressão alta, colesterol elevado, obesidade, diabetes, sedentarismo ou histórico de uso de substâncias que sobrecarregam o coração. Ao Metrópoles, o cardiologista Rafael Côrtes, do Hospital Sírio-Libanês e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Cardiologia, afirmou que o infarto não costuma ocorrer “do nada” e que a maioria dos jovens que infartam já apresenta aficável. citeturn504574search0 Essa avaliação reforça um ponto central para a saúde pública: boa parte dos casos pode ser reduzida com prevenção, acompanhamento regular e mudança de hábitos. O problema é que muitos jovens só procuram atendimento quando os sintomas já aparecem de forma intensa. Homens concentram maior número de atendimentos Os dados mostram maior volume de atendimentos entre homens com menos de 40 anos. Esse padrão pode estar relacionado a uma combinação de fatores, como maior exposição ao tabagismo, menor busca por consultas preventivas, uso de anabolizantes e menor controle de pressão arterial, colesterol e peso. Entre mulheres, o número também é expressivo. A presença de mais de 77 mil atendimentos em três anos mostra que o infarto em jovens não pode ser tratado como um problema exclusivamente masculino. Sintomas em mulheres podem ser menos típicos em alguns casos, o que reforça a necessidade de atenção diante de mal-estar súbito, dor ou desconforto no peito, falta de ar, suor frio e sensação de desmaio. O Ministério da Saúde informa que o infarto é uma emergência e que o atendimento nos primeiros minutos é fundamental para reduzir risco de morte. A orientação oficial é acionar o Samu pelo 192 ou procurar uma emergência cardiológimpatíveis. citeturn211488view1 Tabagismo, sedentarismo e obesidade estão entre os riscos Especialistas apontam que o crescimento de fatores de risco em idades mais baixas ajuda a explicar parte do cenário. O Ministério da Saúde lista tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, colesterol alto e estresse excessivo entre os principaio infarto. citeturn211488view1 A aterosclerose, processo relacionado ao acúmulo de gordura e inflamação nas artérias, pode levar à obstrução parcial ou total dos vasos e resultar em dor no peito ou infarto. Entre os fatores de risco descritos pelo Ministério da Saúde estão tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, colesterol e triglicerídeos altos, inativid familiar. citeturn211488view2 O cigarro segue como um dos pontos mais preocupantes entre os jovens. Médicos também chamam atenção para o uso de cigarros eletrônicos e de esteroides anabolizantes, especialmente quando associados a treinos intensos, baixa orientação médica e busca por resultados estéticos rápidos. Mortes antes dos 40 anos preocupam especialistas Nos últimos três anos, os infartos provocaram mais de 7,8 mil mortes entre pessoas com menos de 40 anos no Brasil, segundo o levantamento divulgado pelo Metrópoles. O número mostra que o problema não se limita a atendimentos hospitalares: há impactecoce. citeturn504574youtube29 A pandemia de Covid-19 também é apontada por especialistas como possível fator indireto para o agravamento do cenário, devido ao aumento do sedentarismo, ganho de peso, estresse e redução de consultas e exames preventivos em parte da população. A relação pode variar de caso para caso e ainda exige análise cuidadosa, mas o impacto comportamental do período é considerado relevante. Prevenção deve começar antes dos sintomas A principal mensagem dos especialistas é que prevenção cardiovascular não deve começar apenas depois dos 40 ou 50 anos. Medir pressão arterial, acompanhar colesterol e glicemia, abandonar o tabagismo, manter atividade física orientada, dormir melhor e buscar alimentação equilibrada são medidas que ajudam a reduzir riscos. Também é importante evitar automedicação e uso de hormônios ou anabolizantes sem indicação médica. Mesmo pessoas aparentemente saudáveis podem ter risco aumentado quando expõem o corpo a substâncias que alteram pressão, colesterol, coagulação e funcionamento cardiovascular. O aumento do infarto em jovens impõe um desafio ao sistema de saúde e às famílias: transformar prevenção em rotina. Consultas regulares, educação em saúde nas escolas, campanhas contra o tabagismo e acesso mais rápido a exames básicos podem evitar que fatores silenciosos avancem até uma emergência.
PL quer proibir venda, reprodução e importação de pitbulls no Brasil

Projeto na Câmara propõe registro, focinheira e esterilização obrigatória de pitbulls O Projeto de Lei 1265/2024, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe proibir a comercialização, reprodução e importação de cães da raça pitbull em todo o Brasil. A proposta foi apresentada pelo deputado Gilberto Nascimento (PSD-SP) e foi apensada ao PL 2376/2003, que trata do impedimento à comercialização, reprodução e importação de cães da mesma raça. O tema voltou a ganhar repercussão nas redes sociais por envolver segurança pública, direitos dos tutores, bem-estar animal e responsabilidade na criação de cães de grande porte. Apesar do avanço na tramitação, o texto ainda não virou lei. A matéria principal, PL 2376/2003, aparece no sistema da Câmara como “pronta para pauta no Plenário”, sujeita à apreciação dos deputados. PL sobre pitbulls prevê proibição de venda e reprodução O PL 1265/2024 estabelece a proibição da comercialização, criação, reprodução e importação de cães da raça “Pitt Bull”, grafia usada no texto legislativo. A proposta também prevê que estados e municípios regulamentem o registro dos animais já existentes em seus territórios junto a órgãos de vigilância sanitária, zoonoses, saúde ou outros setores de controle. Pelo texto, os cães da raça deveriam ser registrados no prazo de 90 dias. A circulação em vias e locais públicos também ficaria condicionada ao uso de coleira, guia de segurança e focinheira, com identificação vinculada aos órgãos de controle. A proposta ainda prevê que todos os cães pitbulls, machos ou fêmeas, passem por processo de castração em até 180 dias, medida que poderia ser executada por estados e municípios, inclusive em parceria com universidades públicas. Texto está ligado a projeto mais antigo na Câmara O PL 1265/2024 não tramita de forma isolada. Ele foi apensado ao PL 2376/2003, também de autoria de Gilberto Nascimento, apresentado originalmente em 29 de outubro de 2003. A proposição mais antiga já tratava da proibição de comercialização, reprodução e importação de cães da raça pitbull. Na prática, o apensamento significa que os projetos passam a tramitar em conjunto por tratarem de assunto semelhante. O conjunto inclui várias propostas relacionadas à criação, circulação, registro e responsabilização de tutores de cães considerados potencialmente perigosos. A tramitação acumulada mostra que o debate é antigo no Congresso. Há mais de duas décadas, parlamentares discutem se a melhor resposta para ataques envolvendo cães deve ser a restrição por raça, o controle da guarda ou a punição mais dura para tutores negligentes. Proposta divide opiniões entre segurança e bem-estar animal Defensores de regras mais rígidas argumentam que cães fortes, quando criados sem controle, podem representar risco em espaços públicos, especialmente para crianças, idosos e outros animais. Nesse ponto, medidas como focinheira, guia curta, registro e responsabilização do tutor são vistas como instrumentos de prevenção. Por outro lado, especialistas em comportamento animal e entidades de bem-estar costumam alertar que leis baseadas apenas na raça podem simplificar um problema complexo. O CDC afirma que qualquer cão pode morder, especialmente quando está assustado, nervoso, protegendo alimento, brinquedos ou filhotes. A ASPCA também aponta que fatores como hereditariedade, sexo, experiências iniciais, socialização, treinamento e condição reprodutiva podem influenciar o comportamento de cães, além de destacar a dificuldade de identificação precisa de raças em animais mestiços. Guarda responsável entra no centro do debate A discussão sobre pitbulls precisa ser tratada com equilíbrio. A proteção da população é dever do poder público, mas qualquer regra nacional deve ser clara, aplicável e baseada em critérios técnicos. Leis mal desenhadas podem gerar insegurança jurídica, abandono de animais e dificuldades para tutores responsáveis. Ao mesmo tempo, episódios de ataques graves não podem ser ignorados. Cães de grande força física exigem condução adequada, socialização, acompanhamento veterinário e controle em áreas públicas. O tutor deve responder quando age com negligência, abandona o animal, permite circulação sem segurança ou expõe terceiros a risco. Uma saída institucional pode combinar registro, fiscalização, educação dos tutores, punição para omissão de cautela e regras de circulação para animais com histórico de agressividade, independentemente da raça. Projeto ainda depende de votação Apesar da repercussão, o PL 1265/2024 ainda depende de votação na Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado pelos deputados, o texto ainda precisará seguir os trâmites legislativos antes de eventual sanção e entrada em vigor. O debate deve mobilizar parlamentares, tutores, veterinários, protetores de animais, especialistas em segurança e órgãos municipais de zoonoses. O desafio será construir uma legislação que proteja a população sem transformar raça em único critério de risco. Até que haja aprovação definitiva, não há proibição nacional em vigor nos termos do PL 1265/2024. O que existe é uma proposta em tramitação, com potencial de alterar regras para venda, criação, reprodução, registro e circulação de pitbulls no país.
Pai cria filho com Síndrome de Down sozinho após abandono da mãe na Rússia

História de Evgeny Anisimov emociona ao mostrar paternidade ativa após diagnóstico do filho O russo Evgeny Anisimov assumiu sozinho a criação do filho, Misha, depois que a mãe da criança decidiu se separar e não participar dos cuidados após o diagnóstico de Síndrome de Down. A história ganhou repercussão nas redes sociais e em relatos internacionais como exemplo de paternidade ativa, responsabilidade familiar e superação diante de uma nova realidade. Segundo o relato divulgado, Evgeny estava ao lado da então esposa quando recebeu a informação médica logo após o nascimento do bebê. Após a confirmação de que Misha tinha Síndrome de Down, condição genética também conhecida como trissomia do cromossomo 21, a mãe optou por deixar a família. O pai afirmou que tentou convencê-la a reconsiderar, mas não conseguiu. Pai cria filho com Síndrome de Down sozinho Desde a separação, Evgeny passou a cuidar integralmente do filho. Ele relatou que, no início, precisou lidar com medo, dúvidas e insegurança sobre o futuro. Mesmo assim, decidiu buscar informações sobre a condição e entender quais seriam os cuidados necessários para o desenvolvimento de Misha. A postura do pai chamou atenção porque ele não tratou o diagnóstico como limite absoluto. Ao contrário, procurou relatos de outras famílias, profissionais e pessoas que convivem com a Síndrome de Down para compreender melhor as possibilidades de desenvolvimento da criança. Em uma das declarações atribuídas a Evgeny, ele afirmou que viu histórias de crianças com Síndrome de Down que frequentam escola, fazem amigos, trabalham e constroem uma vida social ativa. Segundo ele, esse contato com outras experiências ajudou a perceber que era possível seguir em frente. Diagnóstico mudou a rotina da família A chegada de um diagnóstico inesperado costuma alterar profundamente a rotina de uma família. No caso de Evgeny, a mudança veio acompanhada da responsabilidade de criar o filho sem a presença da mãe nos cuidados diários. Ele afirmou entender, com o tempo, que a ex-companheira pode ter agido movida pelo medo. Ainda assim, a decisão dela fez com que ele assumisse sozinho as responsabilidades práticas e emocionais da criação de Misha. A história também levanta uma discussão importante sobre abandono, cuidado parental e rede de apoio. Quando uma criança nasce com uma condição que exige acompanhamento, a presença de familiares, profissionais de saúde e políticas públicas de inclusão pode fazer diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida. Rotina inclui terapias e atividades de desenvolvimento Segundo o relato, Misha realiza atividades voltadas ao desenvolvimento físico, cognitivo e de comunicação. A atividades voltadas ao desenvolvimento físico, cognitivo e de comunicação. A rotina inclui fisioterapia, terapia da fala e natação, com apoio da avó e de doações. Esses acompanhamentos são importantes porque crianças com Síndrome de Down podem se beneficiar de estímulos desde cedo. Cada criança tem seu ritmo, suas necessidades e suas potencialidades, por isso o cuidado deve ser individualizado e orientado por profissionais. A presença do pai nas terapias também reforça um ponto central: o desenvolvimento infantil não depende apenas de atendimento técnico, mas também de afeto, constância e participação familiar. A dedicação cotidiana de Evgeny passou a ser vista como um exemplo de compromisso com o filho. Paternidade ativa ganha destaque nas redes sociais Nas redes sociais, Evgeny compartilha parte da rotina com Misha e busca ampliar a conscientização sobre a Síndrome de Down. O conteúdo tem sido interpretado por muitos seguidores como uma forma de combater preconceitos e mostrar que crianças com a condição podem crescer com autonomia, vínculos afetivos e participação social. A exposição, quando feita com cuidado, pode ajudar outras famílias que recebem o diagnóstico e ainda não sabem como agir. Ao mostrar desafios e avanços, Evgeny contribui para uma visão mais humana e menos estigmatizada sobre a deficiência. Ao mesmo tempo, histórias como essa também devem preservar a dignidade da criança. O foco não deve ser a piedade, mas o direito de Misha a cuidado, inclusão, respeito e oportunidades reais de desenvolvimento. Caso reforça importância de informação e apoio A Síndrome de Down não define a totalidade de uma pessoa. Trata-se de uma condição genética que pode trazer necessidades específicas de saúde, aprendizagem e desenvolvimento, mas também permite diferentes trajetórias de vida, dependendo do acompanhamento, do ambiente familiar e das oportunidades oferecidas. O caso de Evgeny Anisimov mostra como informação e rede de apoio podem transformar medo em ação responsável. Ao buscar conhecimento, aceitar ajuda e permanecer ao lado do filho, ele fortaleceu uma rotina de cuidado e acolhimento. A história também reforça a importância da presença paterna. Em um contexto em que muitas mães ainda concentram a maior parte dos cuidados, a atitude de Evgeny evidencia que a responsabilidade pela criação dos filhos deve ser compartilhada e assumida com seriedade. Mesmo reconhecendo que o futuro pode trazer desafios, Evgeny afirma esperar superar cada etapa ao lado de Misha. A trajetória dos dois segue como um exemplo de vínculo familiar, dedicação e defesa de uma infância com mais inclusão.
Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula e Flávio Bolsonaro em empate técnico para 2026

Flávio Bolsonaro cresce e reduz diferença para Lula em nova rodada BTG/Nexus A nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (3) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em situação de empate técnico na disputa presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 37%, segundo levantamento noticiado pela Reuters. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado marca uma redução da distância entre os dois nomes em relação à rodada anterior. Na pesquisa BTG/Nexus de 27 de julho, Lula tinha 42% e Flávio Bolsonaro aparecia com 33%. Na nova rodada, o presidente oscilou um ponto para baixo, enquanto o senador avançou quatro pontos percentuais. Pesquisa BTG/Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro No principal cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera numericamente com 41%. Flávio Bolsonaro vem em seguida, com 37%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os dois candidatos se encontram no limite do empate técnico. Os demais nomes testados aparecem em patamar inferior: Ronaldo Caiado registra 5%, Renan Santos tem 4% e Romeu Zema marca 3%. Augusto Cury, Cabo Daciolo e Samara Martins aparecem com 1% cada, de acordo com os dados informados. A leitura técnica do levantamento exige cautela. Pesquisa eleitoral mostra o retrato do momento em que as entrevistas foram realizadas, não uma previsão definitiva do resultado da eleição. Segundo a Reuters, a Nexus ouviu 2.002 pessoas entre 31 de julho e 2 de agosto. Segundo turno também aparece apertado A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, o presidente aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% do senador. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico dentro da margem de erro. Na rodada anterior, divulgada em 27 de julho, Lula tinha 47% no segundo turno, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 43%. A nova pesquisa indica, portanto, estreitamento da disputa também na simulação direta entre os dois. Esse movimento reforça a tendência de uma eleição presidencial competitiva, marcada pela concentração de votos em torno de dois polos políticos. Ainda assim, a campanha oficial, o horário eleitoral, os debates, a economia e a formação de alianças ainda podem alterar o cenário. Disputa presidencial entra em fase decisiva O calendário eleitoral de 2026 prevê o primeiro turno para 4 de outubro. O TSE também informou que o prazo final para registro das candidaturas é 15 de agosto, e que a propaganda eleitoral geral nas ruas e na internet começa em 16 de agosto. Esse calendário torna as próximas semanas relevantes para a consolidação das candidaturas. Convenções partidárias, escolha de vices, montagem de palanques estaduais e definição de programas de governo devem influenciar o ritmo da campanha. Para Lula, o desafio será transformar a máquina eleitoral do governo, a presença nacional do PT e os indicadores de avaliação administrativa em estabilidade de voto. Para Flávio Bolsonaro, o avanço no levantamento indica capacidade de mobilização no campo oposicionista, mas a consolidação desse crescimento dependerá da campanha e da ampliação de alianças. Números indicam alta polarização eleitoral A pesquisa reforça um quadro de polarização entre o atual presidente e o representante do bolsonarismo na disputa. Na rodada de 27 de julho, a Nexus já havia apontado elevado grau de consolidação das preferências eleitorais: 73% dos entrevistados que escolheram um candidato afirmaram que a decisão de voto já estava tomada. Esse dado ajuda a explicar por que oscilações pequenas podem ter grande impacto político. Em um eleitorado com alta fidelidade a seus polos, a disputa tende a se concentrar em eleitores menos definidos, votos de centro, abstenções, rejeição e capacidade de diálogo com segmentos moderados. Também é nesse ponto que temas como inflação, emprego, renda, segurança pública, responsabilidade fiscal e eficiência do Estado podem ganhar peso. A eleição não será definida apenas pela identificação ideológica, mas pela percepção do eleitor sobre quem oferece maior estabilidade, previsibilidade e capacidade de governar. Levantamento não define resultado, mas altera ambiente político O avanço de Flávio Bolsonaro na BTG/Nexus deve pressionar estratégias de campanha tanto no governo quanto na oposição. Para o Palácio do Planalto, a pesquisa acende alerta sobre a dificuldade de ampliar vantagem mesmo com a proximidade do início oficial da campanha. Para a oposição, o resultado fortalece a tese de concentração em um nome competitivo contra Lula. Ainda assim, é preciso evitar conclusões definitivas. Sem a íntegra completa do levantamento, não é possível avaliar todos os cruzamentos, como desempenho regional, renda, escolaridade, avaliação econômica e rejeição. Também não é correto afirmar que a oscilação ocorreu por uma causa única. O dado central é que, nesta rodada, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados nos dois cenários testados. Com a campanha prestes a ganhar as ruas e a internet, a disputa presidencial de 2026 entra em uma fase de maior intensidade, na qual cada movimento político poderá ter reflexos diretos sobre o eleitorado.
Estudante da UEG morre aos 23 anos após dissecção aguda da aorta em Goiânia

Morte de Dyogo Carneiro, atleta e aluno de Educação Física da UEG, causa comoção O estudante de Educação Física e atleta Dyogo Carneiro do Carmo, de 23 anos, morreu no sábado (1º), em Goiânia, após uma emergência médica. Segundo familiares, o jovem passou mal, precisou ser internado e, durante o atendimento, recebeu o diagnóstico de dissecção aguda da aorta, uma condição grave que atinge a principal artéria responsável por levar sangue do coração para o corpo. Dyogo chegou a passar por uma cirurgia de emergência, mas não resistiu às complicações. A morte causou comoção entre familiares, amigos, colegas da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e pessoas que acompanhavam seu trabalho com treinamento esportivo e atividades voltadas a crianças. Estudante da UEG morre após emergência médica Morador de Goiânia, Dyogo era aluno da Universidade Estadual de Goiás no curso de Educação Física. Além da rotina universitária, também mantinha ligação direta com o esporte, área em que atuava como atleta e com atividades de treinamento. Registros públicos da UEG mostram que Dyogo Carneiro do Carmo já havia representado a universidade em competições, incluindo os Jogos Universitários Brasileiros de Praia, em que atletas da instituição conquistaram medalha no futmesa masculino. A trajetória do jovem era associada à prática esportiva e ao convívio com crianças em atividades de formação. Entre amigos e conhecidos, Dyogo era lembrado pela dedicação ao esporte e pela presença em projetos ligados ao desenvolvimento físico e social por meio da educação física. Dyogo Carneiro era ligado ao esporte e ao trabalho com crianças A notícia da morte teve forte repercussão entre pessoas próximas ao estudante. A comoção reflete não apenas a pouca idade de Dyogo, mas também sua atuação em uma área de impacto direto na formação de crianças e jovens. A Educação Física tem papel importante na promoção de disciplina, convivência, hábitos saudáveis e desenvolvimento de habilidades sociais. Por isso, a perda de um estudante e atleta em início de trajetória profissional mobiliza colegas, professores, alunos e famílias que tiveram contato com seu trabalho. Segundo os relatos divulgados, Dyogo atuava com treinamento esportivo e atividades voltadas ao público infantil. Não foram informados detalhes sobre os projetos em que ele trabalhava, nem se havia vínculo formal com escolas, academias ou iniciativas comunitárias. O que é dissecção aguda da aorta A dissecção aguda da aorta é uma emergência médica. Segundo a Mayo Clinic, a condição ocorre quando há uma ruptura na camada interna da aorta, principal artéria do corpo. Com isso, o sangue pode passar entre as camadas da parede arterial, exigindo atendimento rápido e especializado. A Mayo Clinic também informa que profissionais de saúde frequentemente diagnosticam a dissecção da aorta em ambiente de emergência e que a condição requer tratamento imediato. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária, dependendo da região afetada e da gravidade do quadro. A Cleveland Clinic descreve a dissecção aórtica como uma condição potencialmente fatal e orienta que sintomas como dor intensa no peito ou sinais neurológicos exigem busca imediata por atendimento de urgência. Caso reforça atenção a sintomas graves Embora a morte de uma pessoa jovem por uma emergência cardiovascular cause surpresa, especialistas alertam que quadros graves podem ocorrer de forma súbita. Por isso, sintomas intensos, inesperados ou associados a desmaio, falta de ar, dor no peito, dor nas costas ou mal-estar importante devem ser avaliados por profissionais de saúde. É importante destacar que não foram divulgadas informações sobre histórico médico de Dyogo, condições pré-existentes ou sintomas anteriores. Qualquer tentativa de apontar causa além do diagnóstico informado pela família deve ser tratada como especulação. A preservação da família também é essencial em momentos de luto. Informações clínicas devem ser divulgadas com cuidado e apenas quando houver autorização ou confirmação adequada. Comoção mobiliza amigos, familiares e colegas Nas redes sociais e entre pessoas próximas, a morte de Dyogo Carneiro do Carmo foi recebida com tristeza. Colegas da universidade, amigos do esporte e familiares lamentaram a perda de um jovem que tinha trajetória ligada à educação física, ao treinamento e ao contato com crianças. O caso também chama atenção para a importância de serviços de urgência bem estruturados e de acesso rápido ao atendimento médico. Emergências cardiovasculares exigem resposta eficiente, diagnóstico ágil e equipes preparadas para intervenções de alta complexidade. Dyogo deixa uma trajetória marcada pelo esporte, pela universidade e pelo trabalho com crianças. A morte precoce interrompeu planos pessoais e profissionais, mas também evidenciou o impacto que sua presença já tinha entre aqueles que conviviam com ele.
Ataque a tiros em bar na Colômbia deixa duas pessoas mortas em Fusagasugá

Polícia prende suspeitos após ataque em bar que matou duas pessoas em Cundinamarca Duas pessoas morreram após um ataque a tiros dentro de um bar na noite de sábado (01), em Fusagasugá, no departamento de Cundinamarca, na Colômbia. Segundo informações preliminares, um homem armado entrou no estabelecimento e efetuou disparos contra pessoas que estavam no local. As vítimas foram identificadas como Andrés Felipe González Rodríguez e Karen Vanessa Saldarriaga García. Andrés morreu ainda no local. Karen chegou a ser socorrida e levada a uma unidade de saúde, mas não resistiu. Ataque a tiros em bar na Colômbia deixa duas vítimas De acordo com as informações divulgadas, o crime ocorreu durante a noite, em um estabelecimento comercial de Fusagasugá. O ataque surpreendeu clientes e funcionários que estavam no bar no momento da ação. As circunstâncias exatas ainda dependem de apuração pelas autoridades colombianas. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre a motivação do crime, eventual relação entre o autor e as vítimas ou se o ataque tinha relação entre o alvo específico. Em casos desse tipo, a investigação costuma analisar imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas, movimentação dos suspeitos antes e depois do crime e possíveis vínculos com conflitos pessoais ou grupos criminosos. Suspeitos foram presos após tentativa de fuga Segundo as autoridades, os suspeitos tentaram fugir pela avenida Las Palmas logo após o ataque. A fuga, no entanto, foi interrompida por agentes da Polícia Nacional, que conseguiram interceptar e prender os envolvidos. A prisão rápida pode ser considerada um ponto importante para a investigação, já que permite preservar elementos de prova e esclarecer a dinâmica do crime com mais agilidade. Ainda não foram informados os nomes dos suspeitos, nem se eles estavam armados no momento da prisão. Também não há confirmação, no material divulgado, sobre a quantidade de pessoas detidas ou o grau de participação de cada uma. Vítimas foram identificadas pelas autoridades As duas vítimas foram identificadas como Andrés Felipe González Rodríguez e Karen Vanessa Saldarriaga García. A morte de Andrés foi constatada no local do ataque. Karen foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu posteriormente. A divulgação de nomes em casos de homicídio deve ser feita com responsabilidade, especialmente quando ainda há investigação em andamento. Não há informações sobre idade, profissão, relação entre as vítimas ou se ambas eram alvos da ação. Familiares e pessoas próximas às vítimas devem ser preservados. Em crimes violentos, a exposição de imagens sensíveis ou especulações sobre a vida das vítimas pode ampliar o sofrimento das famílias. Investigação deve apurar motivação do crime A principal questão agora é identificar a motivação do ataque. A Polícia Nacional deve reunir provas para esclarecer se o crime foi planejado, se ocorreu após algum desentendimento ou se tem relação com outro contexto investigativo. A Fiscalía colombiana poderá atuar na formalização das acusações, análise das provas e eventual apresentação dos suspeitos à Justiça. Até que haja decisão judicial, os presos devem ser tratados como suspeitos e têm direito à defesa. A investigação também deverá verificar se houve participação de outras pessoas, se o autor contou com apoio para fuga e se o ataque está ligado a alguma disputa local. Violência em espaços públicos preocupa moradores Ataques em bares e estabelecimentos comerciais geram grande preocupação porque atingem locais de convivência social. Além das vítimas diretas, esse tipo de crime afeta comerciantes, moradores e frequentadores da região. A resposta rápida da polícia é importante, mas a prevenção exige presença ostensiva, inteligência, controle de armas ilegais e investigação qualificada. Segurança pública eficiente depende de integração entre policiamento, Ministério Público, Justiça e políticas locais de prevenção. Em cidades médias, crimes violentos em áreas comerciais também podem impactar a rotina econômica, reduzindo a circulação de pessoas e aumentando a sensação de insegurança. Caso segue sob apuração na Colômbia O ataque em Fusagasugá segue em investigação. As autoridades deverão esclarecer a motivação, confirmar a participação dos suspeitos presos e definir quais crimes serão formalmente imputados. Até novas atualizações oficiais, permanecem confirmadas as mortes de Andrés Felipe González Rodríguez e Karen Vanessa Saldarriaga García, além da prisão de suspeitos pela Polícia Nacional após tentativa de fuga pela avenida Las Palmas. O caso reforça a necessidade de ações firmes contra crimes violentos e de respostas institucionais rápidas, dentro da lei, para garantir segurança à população e responsabilização dos envolvidos.
Duas mulheres são presas por tráfico de drogas no bairro Arco-Íris, em Rio Verde

Força Tática prende suspeitas por tráfico e associação após abordagem em Rio Verde Duas mulheres foram presas pela Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Arco-Íris, em Rio Verde. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento da equipe composta pelo sargento Moura, sargento Cláudio e cabo Oliveira. Segundo a Polícia Militar, os policiais avistaram as duas mulheres durante deslocamento pela região. Ao perceberem a aproximação da viatura, elas teriam tentado entrar rapidamente em uma residência, atitude que levantou suspeita por parte da equipe. Duas mulheres são presas por tráfico em Rio Verde Diante da situação, os militares realizaram a abordagem. Em seguida, com apoio da equipe do Comando de Policiamento Urbano (CPU), composta pelo tenente Vinícius e pelo cabo Sueslan, os policiais entraram no imóvel relacionado à ocorrência. No interior da residência, conforme a PM, foi localizada uma grande quantidade de drogas. A corporação não informou, até o momento, quais tipos de entorpecentes foram apreendidos nem a quantidade total do material encontrado. As duas mulheres receberam voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Elas foram encaminhadas à 8ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial. Abordagem ocorreu no bairro Arco-Íris A ação teve início durante patrulhamento preventivo no bairro Arco-Íris. Esse tipo de atuação busca ampliar a presença policial em áreas urbanas, identificar situações suspeitas e responder rapidamente a ocorrências que possam afetar a segurança da população. De acordo com o relato policial, a tentativa de entrada rápida na residência, logo após a aproximação da viatura, foi o fator que motivou a abordagem. A partir disso, os militares deram continuidade à verificação e solicitaram apoio do CPU. A atuação conjunta entre Força Tática e Comando de Policiamento Urbano reforça a importância da coordenação entre equipes operacionais em ocorrências que podem envolver drogas, suspeitos e imóveis usados para armazenamento ou comercialização de entorpecentes. PM localiza grande quantidade de drogas em imóvel Segundo a Polícia Militar, a busca no imóvel resultou na localização de grande quantidade de drogas. Apesar da informação sobre o volume expressivo, a corporação não detalhou a natureza dos entorpecentes apreendidos. Esse ponto deverá constar no registro formal da ocorrência e poderá ser confirmado pela Polícia Civil após conferência, pesagem e identificação do material. A definição dos tipos de drogas apreendidas é importante para a investigação e para o enquadramento jurídico do caso. Também caberá à autoridade policial avaliar se havia outros elementos relacionados ao tráfico, como embalagens, balanças, dinheiro, celulares, anotações ou materiais usados para fracionamento. Nenhum desses itens, porém, foi informado no relato inicial. Suspeitas foram levadas à 8ª DRP Após a prisão, as duas mulheres foram encaminhadas à 8ª Delegacia Regional de Polícia. No local, a ocorrência foi apresentada, e o flagrante foi lavrado pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A partir da apresentação na delegacia, a Polícia Civil deve formalizar os procedimentos, ouvir as suspeitas, analisar o material apreendido e encaminhar o caso ao Poder Judiciário. As mulheres presas têm direito à defesa e ao devido processo legal. A responsabilidade criminal será definida pelas autoridades competentes com base nas provas reunidas durante a investigação. Combate ao tráfico exige ação constante Ocorrências envolvendo tráfico de drogas têm impacto direto na segurança pública. Além da venda de entorpecentes, esse tipo de crime pode estar associado a furtos, roubos, disputas entre grupos e aliciamento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Por isso, o patrulhamento ostensivo e o trabalho de inteligência são ferramentas importantes para reduzir a atuação de pontos de venda de drogas nos bairros. A presença das forças policiais também contribui para aumentar a sensação de segurança dos moradores e comerciantes. No caso registrado no bairro Arco-Íris, a investigação deverá esclarecer se as suspeitas atuavam de forma contínua, qual era a origem da droga e se havia outras pessoas envolvidas. Até novas atualizações, permanecem confirmadas as prisões das duas mulheres e a apreensão de grande quantidade de entorpecentes informada pela Polícia Militar.